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LIVRO/CEPEA: Obra apresenta panorama da evolução recente da agricultura brasileira

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Cepea, 17/04/2018 – Os pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, Lucilio Alves e Carlos Bacha são os organizadores do livro “Panorama da Agricultura Brasileira: estrutura de mercado, comercialização, formação de preços, custos de produção e sistemas produtivos”, lançado neste mês e que enfatiza, nesta primeira edição, as cadeias produtivas da soja, do milho, do algodão, da cana-de-açúcar, da laranja e do café. A obra também traz capítulos que abordam a evolução recente da estrutura produtiva e tecnológica da agropecuária, o PIB do agronegócio brasileiro e preços de terra no Brasil.

 

O livro evidencia como a agricultura brasileira é um campo gigantesco e repleto de oportunidades de investimento e crescimento. É sempre importante lembrar que a agricultura é um segmento fundamental do agronegócio, que, por sua vez, tem importante participação no PIB nacional, no emprego e nas exportações brasileiras.

 

Espera-se que esta obra preencha uma lacuna na literatura deste campo de pesquisa, especialmente em termos de estruturas produtivas, formação de preços, custos de produção, uso do solo e concorrência internacional nas principais cadeias agrícolas do agronegócio brasileiro. As evoluções históricas do uso do solo, patamares de preços de terra para diferentes atividades e a evolução do PIB trazem uma série de lições sobre políticas de forma geral. Portanto, as dinâmicas apresentadas no livro podem interessar a pesquisadores de diferentes áreas do agronegócio, assim como contribuir para estudos em diversos cursos de graduação e pós-graduação no Brasil, tanto stricto sensu como latu sensu.

 

A obra está à venda no site da Editora Átomo (clique aqui) e em breve estará disponível também no 56º Congresso da Sober, que será realizado entre 29 de julho e 1º de agosto, em Campinas (SP).

 

Confira abaixo mais detalhes!

 

Panorama da Agricultura Brasileira: estrutura de mercado, comercialização, formação de preços, custos de produção e sistemas produtivos

 

Organizadores: Carlos José Caetano Bacha e Lucilio Rogerio Aparecido Alves.

 

Capítulo 1: “Evolução Recente da Estrutura Produtiva e Tecnológica da Agropecuária Brasileira”. Autores: Carlos Eduardo de Freitas Vian, Rodrigo Peixoto da Silva, Luis Gustavo Baricelo e Bruno Pissinato.

 

Capítulo 2: “Análise sobre a Evolução do PIB do Agronegócio Brasileiro”. Autores: Geraldo Sant’Ana de Camargo Barros e Adriana Ferreira Silva

 

Capítulo 3: “Preços de Terras no Brasil: diferenças entre fronteira e não fronteira agrícola”. Autores: Carlos José Caetano Bacha, Ricardo Harbs e Alysson Luiz Stege

 

Capítulo 4: “Estrutura de Mercado e Formação de Preços na Cadeia Produtiva de Soja”. Autores: Lucilio Rogerio Aparecido Alves, Geraldo Sant’Ana de Camargo Barros, Victor Yoiti Ikeda e Mauro Osaki

 

Capítulo 5: “Estrutura de Mercado e Formação de Preços na Cadeia Produtiva de Milho”. Autores: Lucilio Rogerio Aparecido Alves, Geraldo Sant’Ana de Camargo Barros, André Luis Ramos Sanches, Renato Garcia Ribeiro e Mauro Osaki

 

Capítulo 6: “Estrutura de Mercado e Formação de Preços na Cadeia Produtiva do Algodão”. Autores: Lucilio Rogerio Aparecido Alves, Fábio Francisco de Lima, Joaquim Bento de Souza Ferreira Filho e Maria Aparecida Nogueira Serigatto Braghetta

 

Capítulo 7: “Uso da Terra e Sistemas de Produção de Grãos e Fibras no Brasil”. Autores: Mauro Osaki, Lucilio Rogerio Aparecido Alves, Geraldo Sant’Ana de Camargo Barros, Fábio Francisco de Lima, Fernando Perez Capello e Renato Garcia Ribeiro

 

Capítulo 8: “Estrutura de Mercado e Formação de Preços na Cadeia Produtiva de Cana-de-açúcar”. Autores: Mirian Rumenos Piedade Bacchi e Luciano Rodrigues

 

Capítulo 9: “Estrutura de Mercado e Formação de Preços na Cadeia Produtiva da Laranja”. Autores: Margarete Boteon, Fernanda Geraldini Palmieri e Mayra Monteiro Viana

 

Capítulo 10: “Estrutura de Mercado e Formação de Preços na Cadeia Produtiva do Café”. Autores: Margarete Boteon, Renato Garcia Ribeiro e Mayra Monteiro Viana

 

Outras informações: http://www.cepea.esalq.usp.br/ (19) 3429 8836 / 8837 e cepea@usp.br

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LEITE/CEPEA: Oferta limitada segue impulsionando cotações ao produtor

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Cepea, 29/06/2018 – Os preços do leite ao produtor em junho (referentes à captação de maio) registraram a quinta alta consecutiva, impulsionados pela menor oferta. De acordo com pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o valor líquido se elevou em 3,3% frente ao mês anterior, chegando a R$ 1,296/litro “Média Brasil” (inclui BA, GO, MG, SP, PR, SC e RS). Considerando-se o acumulado deste primeiro semestre, a alta é de 28%.

 

O aumento dos preços em junho foi inferior aos registrados nos meses anteriores – em abril e maio, por exemplo, a valorização do leite superou os 7%. Isso ocorreu porque, em maio, quando ocorreu a captação do leite no campo, agentes da indústria relatavam dificuldades em fazer o repasse da valorização da matéria-prima aos derivados, alegando demanda enfraquecida. Com negociações truncadas, a necessidade de realizar promoções freou a valorização do leite spot e também dos derivados, em especial do UHT, fator que limitou a elevação dos preços ao produtor em junho.

 

No entanto, a oferta limitada tem pesado mais que a demanda no processo de formação de preços no campo, ditando a dinâmica do mercado lácteo neste ano. O setor sofre com as consequências dos baixos preços praticados no segundo semestre de 2017, que desestimulou produtores a investirem na atividade. Além disso, com o avanço da entressafra e o aumento dos preços dos grãos entre abril e maio deste ano, a produção foi prejudicada, elevando a competição entre indústrias para assegurar o fornecimento de matéria-prima.

 

Para completar, a greve dos caminhoneiros no final de maio e a consequente interrupção do transporte de leite aos laticínios agravou ainda mais esse cenário. O Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-L) recuou expressivos 14,4% de abril para maio, acumulando queda de 24,1% no ano. Paraná e Minas Gerais foram os estados com maior redução do volume captado, em 20,6% e em 15,1%. O resultado, atípico, esteve atrelado ao grande volume descartado de leite ainda nas propriedades.

 

No correr de junho, os laticínios e canais de distribuição enfrentaram a situação conjunta de esvaziamento de estoques. Como consequência, os preços dos derivados se elevaram consideravelmente. O longa-vida, termômetro para o setor, se valorizou quase 30% na primeira quinzena de junho. Na segunda metade do mês, a valorização foi menos intensa, de 5,8%.

 

Para julho, por sua vez, a competição das empresas em junho para compra do leite com o objetivo de recompor estoques deve sustentar a alta dos preços ao produtor. A alta no próximo mês, inclusive, pode superar a verificada em junho.

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado lácteo aqui e por meio da Comunicação do Cepea, com a pesquisadora Natália Grigol e Prof. Dr. Sergio De Zen: (19) 3429 8836 / 8837 e cepea@usp.br.

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