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Vacina de Oxford volta a ser testada

A Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca vão retomar as aplicações de sua vacina na fase 3 de testes no Reino Unido —no Brasil é preciso da autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para que essas aplicações sejam retomadas. As vacinações na fase 3 do estudo haviam sido pausadas na última terça-feira (8) devido à uma reação relatada por um dos voluntários no Reino Unido.

Em uma nota oficial obtida pela CNN, a Universidade de Oxford afirma que foi convocada uma revisão independente (ou seja, sem vínculo com a Universidade), feita por um comitê internacional, para avaliar o caso. Eles concluíram que a reação não teria necessariamente relação com a vacina, portanto os testes podem ser sim retomados. Eles ainda reforçaram que isso é normal em testes de imunizações, quando ocorre um efeito não previsto.

O testes serão retomados seguindo as recomendações do comitê independente de revisão de segurança e do regulador britânico, o MHRA. É importante ressaltar que não se pode divulgar informações médicas sobre a doença por razões de confidencialidade dos participantes.

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Eles ainda afirmam que esse tipo de pausa é normal em estudos de vacinas como esse. “18 mil pessoas receberam vacinas de estudo ao redor do mundo. É natural que alguns participantes tenham reações adversas. Todos os casos devem ser avaliados com cuidado para garantir a segurança do processo”, disse o texto.

Normalmente, em uma situação como essa, é avaliado se o paciente de fato recebeu a imunização (já que alguns voluntários recebem placebo nesse tipo de estudo —o chamado estudo randomizado duplo cego). Além disso é preciso avaliar se o paciente tinha alguma doença de base ou outra condição específica. Vale ressaltar que a fase 3 de testes serve justamente para isso: aplicar a imunização em um grupo maior de pessoas para detectar todos os efeitos adversos possíveis.

Fonte: Uol Viva Bem | Foto: Freepik

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Brasil

Receita paga hoje restituições do quinto lote do Imposto de Renda

A Receita Federal paga hoje (30) o quinto lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2020 para 3.199.567 contribuintes. O valor total dos créditos bancários é de R$ 4,3 bilhões.

Foram contemplados neste lote 3.120.836 contribuintes não prioritários, que entregaram a declaração até o dia 19 de junho, além de contribuintes com prioridade legal, sendo 7.761 idosos acima de 80 anos, 44.982 contribuintes entre 60 e 79 anos, 4.685 com alguma deficiência física, mental ou moléstia grave e 21.303 pessoas cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita Federal na internet. Na consulta à página da Receita, no Portal e-CAC , é possível acessar o serviço Meu Imposto de Renda e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF. Com ele será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre a liberação das restituições e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

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A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no Portal e-CAC, no serviço Meu Imposto de Renda.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento pelos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

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