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Avião que transportava candidata a senadora e equipe cai em MT

Avião que transportava a candidata ao Senado, coronel Fernanda (Patriota) caiu na manhã desta quinta-feira (15), em área de zona rural. A aeronave bimotor Sêneca seguia de Primavera do Leste para Barra do Garças, sofreu uma pane no motor direito e caiu.

Apesar do susto, todos os ocupantes sobreviveram sem ferimentos. A candidata gravou vídeo dizendo que ter sobrevivido foi obra de Deus.

“Estou um pouco nervosa ainda, é algo que a gente não está esperando. Não é do meu costume, nunca fui de viajar assim de avião. É a primeira vez na minha vida, mas Deus está comigo em todos os desafios, desde o dia que eu recebi o desafio do Presidente Bolsonaro, eu fui testada, eu estou sendo testada moralmente, e agora desse jeito”, afirma.

“Foi um perigo, sobrevivi. Estou continuando, vou continuar e vou cumprir a missão. Eu quero dizer pra minha família, que vai chegar essa notícia aí: eu estou bem. Estou um pouco nervosa ainda. O piloto foi fantástico. Deus mais uma vez Deus em minha vida”, continua.

Estavam no avião a candidata, seu marido coronel Wanderson, três assessores e o piloto. Coronel Fernanda e sua equipe seguiam cumprindo agenda de divulgação da sua candidatura para o Senado.

Conforme apurado, eles estavam em um bimotor Seneca, o qual sofreu uma pane no motor direito.

Fernanda e sua equipe já estão sendo socorridos do local, e ela segue para Barra do Garças conforme agendado.

Fonte: Repórter MT

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STF confirma não ser obrigatório portar título de eleitor para votar

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, por unanimidade, que o eleitor não pode ser impedido de votar caso não tenha em mãos o título de eleitor, sendo obrigatória somente a apresentação de documento oficial com foto.

Com a decisão, os ministros do Supremo tornaram definitiva uma decisão liminar concedida pelo plenário às vésperas da eleição geral de 2010, a pedido do PT. O julgamento de mérito foi encerrado ontem (19) à noite no plenário virtual, ambiente digital em que os ministros têm um prazo, em geral, de uma semana, para votar por escrito.

Em uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI), o PT havia questionado a validade de dispositivos da minirreforma eleitoral de 2009 (Lei 12.034), que introduziu na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) a exigência de apresentação do título de eleitor como condição para votar.

Os ministros entenderam, agora de modo definitivo, que exigir que o eleitor carregue o título de eleitor como condição para votar não tem efeito prático para evitar fraudes, uma vez que o documento não tem foto, e constitui “óbice desnecessário ao exercício do voto pelo eleitor, direito fundamental estruturante da democracia”, conforme escreveu em seu voto a relatora ministra Rosa Weber.

A ministra acrescentou que a utilização da identificação por biometria, que vem sendo implementada nos últimos anos pela Justiça Eleitoral, reduziu o risco de fraudes, embora a identificação por documento com foto ainda seja necessária como segundo recurso.

Ela destacou também que, desde 2018, o eleitor tem também a opção de atrelar uma foto a seu registro eleitoral no aplicativo e-Título, e utilizar a ferramenta para identificar-se na hora de votar, o que esvaziou ainda mais a utilidade de se exigir o título de eleitor em papel.

“O enfoque deve ser direcionado, portanto, ao eleitor como protagonista do processo eleitoral e verdadeiro detentor do poder democrático, de modo que a ele não devem, em princípio, ser impostas limitações senão aquelas estritamente necessárias a assegurar a autenticidade do voto”, escreveu Rosa Weber, que foi acompanhada integralmente pelos demais ministros.

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