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Rotam prende 3 e apreende arma e droga durante operação em Cuiabá e Várzea Grande

Três suspeitos presos, uma arma de fogo apreendida, três “bocas de fumo” fechadas, mais de quatro quilos de droga em tabletes, além de dezenas de porções, balança de precisão e outros materiais usados no preparo e embalagem de entorpecentes apreendidos.

Esse é o resultado das ações do Batalhão Rotam realizadas entre o final da tarde e a noite de sexta-feira (20.11), em bairros de Cuiabá e Várzea Grande. Este trabalho faz parte da Operação Centurião, desencadeada mês passado em Cuiabá e interior levando um reforço de centenas de policiais dos batalhões especializados (Bope Rotam, Cavalaria, Meio Ambiente e Trânsito).

À noite, por volta das 20h, no bairro São João Del Rey, em Cuiabá, ocorreu a principal ação. A equipe ‘Rotam 18’ fechou um ponto de distribuição de droga e prendeu o chefe, um homem de 33 anos. Apurou que essa ‘boca’ funcionava como uma central de vendas com serviço delivery, ou seja, de onde motoqueiros sairiam para fazer entrega de entorpecentes.

Além dessa prisão, os policiais apreenderam cerca de 4kg de maconha em barras de diversos tamanhos, porções da mesma droga, sete rolos de papel filme, balança de precisão, entre outros apetrechos usados no tráfico.

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Horas antes, no final da tarde, no bairro Osmar Cabral, a mesma equipe da Rotam já havia prendido um homem com mais de 1kg de maconha. Ele estava em uma motocicleta e carregava a droga em uma sacola plástica. O suspeito tem 23 anos e checagem do nome dele não apresentou antecedentes criminais.

Em Várzea Grande, em uma casa no loteamento Parque das Águas, outra equipe da Rotam prendeu dois homens, de 25 e 30 anos, e apreendeu uma pistola 380 com quatro munições deflagradas e sete intactas. Os policiais flagraram o momento em que os suspeitos se revezavam com a arma fazendo disparos aleatórios. A arma e munições foram apreendidas e os dois conduzidos à Central de Flagrantes da Polícia Judiciária Civil.

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Sefaz realiza ação para apurar fraudes após denúncia de consumidores

A Secretaria de Estado da Fazenda de Mato Grosso deflagrou na manhã desta terça-feira (01.12), a Operação Contingência I. O objetivo principal da operação é dissuadir os contribuintes que sonegam impostos, prática que gera grandes prejuízos à sociedade e desequilíbrio na concorrência.

Foram alvos nesta primeira fase cinco estabelecimentos de uma rede de supermercados estabelecida em Cuiabá e Várzea Grande, além do escritório de contabilidade responsável pelo contribuinte. No decorrer desta semana a operação vai prosseguir em outras redes onde houve denúncia de não emissão de documentos fiscais.

A Operação Contingência I é resultado das investigações realizadas pelas unidades de inteligência e fiscalização da Secretaria Adjunta da Receita Pública e tiveram início partir da análise das reclamações apresentadas pelos cidadãos por meio do aplicativo móvel do Programa Nota MT.

O objetivo principal da operação é dissuadir todos os contribuintes de empregarem tal prática sonegatória, que gera grandes prejuízos à sociedade e o danoso desequilíbrio concorrencial no segmento.

Destacaram-se, entre os motivos de reclamação, as denúncias de estabelecimentos que forneciam a nota fiscal “em contingência”, mas que essa compra não se revertia em cupons para sorteio no Programa. Essa prática, quando confirmada, materializa que o contribuinte deixou de solicitar à Sefaz a autorização de notas fiscais (NFC-e), acarretando redução do montante do ICMS devido.

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Todos os elementos levantados pela Secretaria de Fazenda, indicam o uso de software nos pontos de vendas. Portanto possuem mecanismo para filtrar quais as notas deverão ou não ser transmitidas e fazer a manipulação do faturamento, que é apresentado para Sefaz. “Nesse momento ainda não é possível atestar que isto esteja sendo utilizado por mais empresas, mais é muito sugestivo o fato de usar software comercial muito conhecido”, explicou Rafael Veira, da Superintendência de Controle e Monitoramento da Sefaz (Sucom), que comandou a operação.

“Neste primeiro momento foi levado ao conhecimento da empresa, a relação de todos os documentos, que a gente apurou, como não transmitidos a Sefaz, e concedemos para ela, dentro da política da Secretaria de Fazenda, a possibilidade da regularização em um período muito curto, de fazer a transmissão destes documentos, a apuração do imposto devido e o recolhimento. No caso da empresa não reconhecer os fatos levantados, serão aplicadas multas e penalidades, pela não transmissão destes documentos e sonegação”, disse também Rafael Vieira.

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A Sefaz espera que a Operação Contingência I estimule os contribuintes irregulares a promoverem a autorregularização, por meio da solicitação de autorização dos documentos fiscais emitidos em contingência, da retificação das EFDs e recolhimento dos tributos que vierem a serem apurados.

Programa Nota MT

Essa não é a primeira ação fiscal que a Sefaz/MT realiza com base em reclamações realizadas por consumidores através do Programa Nota MT. Em dezembro de 2019, a Superintendência de Fiscalização deflagrou Operação Máquina Fantasma, que tinha como alvo 300 estabelecimentos alvos de denúncias por não emissão de documentos fiscais. Os resultados foram extremamente positivos, com incremento no montante de tributos recolhidos e redução das reclamações.

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