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Unidade de Vigilância em Zoonoses atua no combate ao barbeiro em Rondonópolis

Equipes da Unidade de Vigilância em Zoonoses do Município (UVZ) vem atuando na prevenção e combate ao barbeiro, inseto que pode transmitir a Doença de Chagas. Nesta semana, os profissionais atuaram na Linha 1 da Gleba Rio Vermelho. Na localidade foi verificada a presença de barbeiros. A equipe da UVZ coletou os insetos, orientou os moradores sobre as medidas de prevenção e promoveu a dedetização de residências para proteger os moradores.

Esse tipo de medida é periódica. Como Rondonópolis ainda tem incidência de barbeiro, a UVZ percorre residências para realizar vistorias no imóvel, especialmente, em locais em que o barbeiro pode ser encontrado como guarda-roupas, armários, embaixo de móveis, forro, nos quintais e em espaços como galinheiros e chiqueiros. Caso encontrado o inseto, é feita a captura para ser encaminhado à UVZ para a análise.

Conforme dados da UVZ, nos primeiros dias desse ano já foram encontrados e colhidos seis barbeiros em seis localidades diferentes da zona rural. Todos foram analisados e nenhum foi positivo para o protozoário Trypanosoma cruzi, causador da Doença de Chagas. No entanto, a UVZ alerta que como há casos da doença na cidade a prevenção é fundamental.

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A orientação é que se mantenha os quintais e terrenos limpos, chiqueiros e galinheiros organizados e limpos. Se o morador encontrar o barbeiro em sua residência deve entrar em contato com a UVZ ou capturar o inseto e levar até unidade para a análise e posterior realização dedetização da residência, que é feita com inseticidas.

A doença de chagas é causada pelo protozoário parasita Trypanosoma cruzi que é transmitido pelas fezes de um inseto conhecido como barbeiro e não é transmitida ao ser humano diretamente pela picada do inseto, que se infecta com o parasita quando suga o sangue de um animal contaminado (gambás ou pequenos roedores). A transmissão ocorre quando a pessoa coça o local da picada e as fezes eliminadas pelo barbeiro penetram pelo orifício.

O Trypanosoma cruzi quando cai na circulação sanguínia afeta os gânglios, o fígado e o baço. Depois se localiza no coração, intestino e esôfago. Nas fases crônicas da doença, pode haver destruição da musculatura e sua flacidez provoca aumento desses três órgãos, o que causa problemas como cardite chagásica (aumento do coração), megacólon (aumento do cólon que pode provocar retenção das fezes) e megaesôfago, cujo principal sintoma é a regurgitação dos alimentos ingeridos. Essas lesões são definitivas, irreversíveis. A doença de Chagas pode não provocar lesões importantes em pessoas que apresentem resposta imunológica adequada, mas pode ser fatal para outras.

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Sintomas

A Doença de Chagas pode causar febre, mal-estar, inflamação e dor nos gânglios, vermelhidão, inchaço nos olhos, aumento do fígado e do baço. Com frequência, a febre desaparece depois de alguns dias e a pessoa não se dá conta do que lhe aconteceu, embora o parasita já esteja alojado em alguns órgãos. Mas, como nem sempre os sintomas são perceptíveis, o indivíduo pode saber que tem a doença vários anos depois de ter sido infectado, ao fazer um exame de sangue de rotina.

Fonte: Danielly Tonin – Gabinete de Comunicação

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Polícia recebe novas informações e checa possível paradeiro do menino Samuel

A Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá) realizou nesta semana diligência para averiguar mais uma informação sobre o possível paradeiro do garoto Samuel Victor Carvalho, desaparecido desde outubro de 2019.

A partir de informações recebidas de Campo Grande (MS), a equipe da DEDM de Rondonópolis passou a apurar os fatos e solicitou apoio da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, que realizou diligências in loco para a verificação do endereço levantado.

No entanto, após a checagem, foi constatado que a informação não procedia e não se tratava do menino desaparecido em Rondonópolis.

A Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Rondonópolis informa que o inquérito policial sobre o caso continua em andamento. Nas investigações foram ouvidas diversas testemunhas sobre os fatos, incluindo vizinhos, familiares, conhecidos da igreja que a vítima frequentava, profissionais da escola onde o menor estudava.

Também foram realizadas medidas de Polícia Judiciária na tentativa de esclarecer os fatos, contudo até o presente momento não existem indícios da prática de outros crimes, portanto, a Delegacia da Mulher continua trabalhando com a hipótese de desaparecimento.

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Todas as informações e denúncias em relação ao caso que chegam à delegacia são investigadas e checadas.

A Polícia Civil continua trabalhando no caso e conta com apoio da população com novas informações que possam auxiliar nas investigações. As denúncias podem ser feitas através do 197, ou pelo 66) 3423-1754 e através whatsapp (66) 9 9937-5462.

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