AGRONEGÓCIO

Grupo de Trabalho vai avaliar técnicas sustentáveis para a pesca da piracatinga

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou grupo de trabalho com a finalidade de identificar técnicas e métodos sustentáveis para o exercício e controle da atividade de pesca da piracatinga (Calophysus macropterus). A criação do grupo e indicação dos membros constam nas portarias MAPA nº 9, de 13 de janeiro de 2021 e SAP/MAPA nº 11, de 18 de janeiro de 2021, publicadas nesta semana.

Em junho de 2020, foi publicada Instrução Normativa SAP/MAPA nº 17, que estabeleceu moratória da pesca e comercialização da piracatinga em águas jurisdicionais brasileiras e em todo território nacional pelo prazo de um ano, como medida preventiva para a retomada da atividade de forma sustentável com respostas positivas para o meio ambiente, diversidade biológica amazônica e a atividade pesqueira tradicional.

Assim, o GT MAPA Piracatinga tem como foco a inclusão dos pescadores em uma atividade legal e sustentável, reduzindo as práticas de pesca predatória e problemas associados à pesca dessa espécie de elevada importância local nas comunidades amazônicas. Tem como finalidade a identificação de técnicas e métodos alternativos sustentável e ambientalmente viáveis para a captura da espécie, a busca de parcerias para o conhecimento antecedente e atualizado dos componentes biológicos, ecológicos e os demais inerentes à dinâmica populacional das espécies de botos e jacarés amazônicos.

O grupo envolve representantes de órgãos, instituições e entidades federais, estaduais relacionadas à biodiversidade amazônica, fiscalização ambiental e a atividade pesqueira, além das categorias de trabalhadores.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento | Foto: Diogo de Lima Franco/Divulgação SAP

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Produção de grãos deve chegar a 268,3 milhões de toneladas, diz Conab

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o país produzirá 268,3 milhões de toneladas de grãos na safra 2020/2021. O número representa um crescimento de 4,4% (ou 11,4 milhões de toneladas), se comparado ao da na safra anterior. É o que aponta o 5º Levantamento da Safra de Grãos 2020/21, divulgado ontem (11), em Brasília.

A área total plantada está estimada em 67,7 milhões de hectares, o que representa crescimento de 2,7% na comparação com a safra 2019/2020. O levantamento foi feito na última semana de janeiro

Houve um ganho de 3,5 milhões de toneladas na comparação com a estimativa apresentada no levantamento anterior, em janeiro. Esse crescimento se deve a uma expansão de 4,4% na área de plantio do milho segunda safra.

Já para o milho primeira safra a produção esperada é de 23,6 milhões de toneladas, mas a área cultivada apresenta uma redução de 0,8%. “Somando-se a segunda e a terceira safras, a produção total poderá atingir 105,5 milhões de toneladas, 2,9% maior que a obtida em 2019/20”, informou a Conab.

Soja tem tendência de crescimento

A soja está mantendo a tendência de crescimento na área cultivada. A Conab estima que a cultura dessa oleoginosa abrange 38,3 milhões de hectares, número 3,6% maior do que o registrado na safra anterior. A produção deve chegar a 133,8 milhões de toneladas.

“O feijão mostra um crescimento na primeira safra de 0,6% na área e produção estimada em um milhão de toneladas. Quando somadas as três safras, este número de produção passa para 3,2 milhões de toneladas. Enquanto isso, a safra de arroz deverá sofrer uma redução de 2,3% na área cultivada, totalizando 1,7 milhão de hectares e 10,9 milhões de toneladas na produção”, acrescentou a Conab.

O algodão, que teve uma concentração do plantio em janeiro, tem previsão de recuo tanto de área (13,1%) como de produção (16%). “Essa redução é muito em decorrência dos preços não favoráveis, afetados, também, pela pandemia”, disse o gerente de Acompanhamento de Safras da Conab, Maurício Lopes.

A primeira safra de amendoim deve resultar em uma produção de 560,5 mil toneladas, em uma área 3% maior do que a da safra 2019/2020. Já o trigo, que tem o início de plantio a partir de março, tem perspectivas de crescer 2,1% na área semeada e uma produção de 6,4 milhões de toneladas.

*Matéria alterada às 11h04 para acréscimo de informações

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