Economia

Quanto vale fazer um bom investimento?

Quem tem um dinheiro sobrando sempre se pergunta qual o melhor e mais seguro investimento? Mesmo que alguns gostem de arriscar mais do que outros, ninguém quer perder no final das contas. E investimento é coisa séria. O que se aplica é resultado do trabalho e do esforço, muitas vezes de uma vida, e sempre tem um objetivo maior lá na frente: garantir uma aposentadoria tranquila, ajudar os filhos, fazer a viagem dos sonhos ou, simplesmente, manter o patrimônio conquistado.

O que acontece é que são tantas opções que às vezes ficamos perdidos em meio a taxas, análises de risco, expectativas de retorno. Dentre tantas possibilidades, os imóveis nunca deixaram de ser a galinha dos ovos de ouro.

Segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo, os imóveis adquiridos na planta valorizam entre 20% e 50% depois de prontos. Em algumas localidades esse índice pode ser ainda maior. Qual é a dica aqui? Escolher onde comprar e entender o potencial de crescimento da região. Porque não basta ter público, para valorizar tem que ter desenvolvimento econômico.

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Eu posso até parecer repetitivo, mas não vou deixar de falar nunca que as regiões do agro são as melhores para se investir. Elas não só mantiveram os índices de crescimento acima da média nacional, mesmo com a pandemia, como continuam indicando níveis de desenvolvimento além do esperado para os próximos anos. São dessas regiões que saem a produção de alimentos, matriz primária e essencial para a existência humana.

Se você não tem pressa para morar ou utilizar o imóvel, essa opção de compra na planta ainda permite que seja feito um planejamento maior de pagamento, com prestações menores e uma negociação favorável com a construtora.

O ponto de atenção aqui é saber escolher bem a empresa da qual se vai comprar, se certificar da sua idoneidade e saúde financeira, conhecer seu histórico e visitar imóveis que ela já tenha construído antes de fechar negócio.

Outro aspecto interessante do investimento imobiliário é que, dependendo da localização, a rentabilidade de aluguel pode chegar até 1% ao mês, o que é um índice excelente diante do cenário econômico que vivenciamos. Tudo depende de escolher bem e fazer uma boa negociação na compra para que esse investimento possa render frutos por muitos anos e de maneira mais segura que muitas aplicações financeiras tradicionais.

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As pessoas buscam espaços modernos, plantas arrojadas que atendam suas novas necessidades de trabalhar em casa, ter espaços comuns e áreas de lazer inteligentes e funcionais, imóveis onde possam aproveitar e viver com mais qualidade.

Estamos na crista na onda do mercado imobiliário, pois nunca existiu tanto crédito disponível com taxas tão baixas. Mas, como diz o ditado, não devemos colocar todos os ovos na mesma cesta. Diversifique seus investimentos, os negócios e regiões onde pretende colocar seus recursos.

O investimento imobiliário significa segurança e retorno a longo prazo. É daquelas escolhas que geram oportunidades e resultados com um valor muito maior do que o dinheiro.

Ramiro Azambuja
Presidente da EMHA Construtora e Incorporadora

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Brasil

Beneficiários do Bolsa Família começam a receber auxílio emergencial

A Caixa Econômica Federal começou hoje (16) o pagamento da primeira parcela do auxílio emergencial de 2021 para beneficiários do Bolsa Família com final de NIS número 1.

O recebimento dos recursos segue o calendário normal do Bolsa Família, nas mesmas datas do benefício regular para quem é inscrito no programa social. Para quem recebe por meio da Poupança Social Digital, os recursos podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem ou sacados por meio do Cartão Bolsa Família ou Cartão Cidadão.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

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Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

Quem recebe na poupança social digital, pode movimentar os recursos pelo aplicativo Caixa Tem. Com ele, é possível fazer compras na internet e nas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, por meio do cartão de débito virtual e QR Code. O beneficiário também pode pagar boletos e contas, como água e telefone, pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas. A conta é uma poupança simplificada, sem tarifas de manutenção, com limite mensal de movimentação de R$ 5 mil.

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Saque antecipado

Ontem (15), o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, anunciou que o banco vai antecipar o calendário de saque para o público geral, que fez o cadastro para receber o auxílio emergencial no site ou aplicativa do Caixa ou está no Cadastro Único mas não recebe Bolsa Família. Assim como no ano passado, a este público, o auxílio é pago em rodadas de depósito na poupança social digital e de saques em espécie e transferências, de acordo com o mês de nascimento do cidadão.

O novo calendário de saque está disponível no site da Caixa e começa no dia 30 de abril para nascidos em janeiro. Os recursos da primeira parcela para esses beneficiários foram depositados em 6 de abril.

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