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Estados e municípios criam páginas com dados diários da vacinação

A vacinação contra a covid-19 teve início há pouco mais de um mês e para auxiliar no acompanhamento do número de pessoas vacinadas, os governos estaduais e municipais passaram a divulgar um “vacinômetro”.

A página é uma espécie de banco de dados que registra, entre outras informações a quantidade de quem já tomou algum tipo de imunizante contra a doença, locais de vacinação e os grupos que estão sendo vacinados.Também é possível obter as informações por município.

O Ministério da Saúde disponibiliza também uma ferramenta com informações sobre o registro das doses aplicadas da vacina. Os dados sobre as coberturas vacinais podem ser acessados por meio de um painel on-line, no LocalizaSUS (https://localizasus.saude.gov.br/).

O cidadão pode acompanhar, pela internet, o panorama de aplicação das vacinas por estado e nas capitais. Em alguns casos, entretanto, as informações não estão atualizadas.

Acre (AC) – Na página é possível ter acesso ao boletim do governo com dados sobre a campanha de vacinação.

Rio Branco – Na página é possível ter acesso ao boletim da prefeitura com dados sobre a campanha de vacinação.

Alagoas (AL) – Veja a página.

Maceió – A prefeitura não disponibiliza um vacinômetro.

Amapá (AP) – Veja a página.

Macapá – Veja a página.

Amazonas (AM) – O estado disponibiliza as informações sobre a vacinação na página.

Manaus – A prefeitura criou um vacinômetro para divulgar o número de pessoas vacinadas.

Bahia (BA) – No estado, é possível acompanhar as informações sobre a vacinação na página.

Salvador – A capital também tem um portal onde é possível acompanhar a quantidade de pessoas vacinadas.

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Ceará (CE) – O vacinômetro está disponível na página.

Fortaleza – Na capital, o vacinômetro pode ser acessado aqui.

Distrito Federal (DF) – O vacinômetro do DF está disponível na página.

Espírito Santo (ES) – O vacinômetro está disponível na página.

Vitória – Veja aqui as informações.

Goiás (GO) – Na página é possível obter informações sobre a vacinação o estado.

Goiânia – a capital não dispõe de uma página com dados sobre vacinação.

Maranhão (MA) – O vacinômetro está disponível na página.

São Luís – Na página é possível acessar os dados sobre a vacinação na capital.

Mato Grosso (MT) – O estado não possui um vacinômetro com informações sobre as doses já aplicadas.

Cuiabá – Acompanhe os dados.

Mato Grosso do Sul (MS) – O vacinômetro pode ser acessado pela página.

Campo Grande – A prefeitura não dispõe de uma página com informações sobre a vacinação.

Minas Gerais (MG) – O vacinômetro está disponível na página.

Belo Horizonte – Veja os dados.

Pará (PA) – O vacinômetro pode ser acessado na página.

Belém – A prefeitura não dispõe de uma página com informações sobre a vacinação.

Paraíba (PB) – O vacinômetro pode ser acessado aqui.

João Pessoa – Acompanhe pelo site.

Paraná (PR) – O estado não disponibiliza um vacinômetro para acompanhar a evolução da vacinação.

Curitiba – A prefeitura não possui uma página com dados sobre a vacinação contra a covid-19.

Pernambuco (PE) – O governo do estado não disponibiliza um vacinômetro para acompanhar a evolução da vacinação.

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Recife – Acompanhe os dados aqui.

Piauí (PI) – O vacinômetro pode ser acessado aqui.

Teresina – A prefeitura disponibiliza página com dados sobre a vacinação.

Rio de Janeiro (RJ) – O vacinômetro pode ser acessado aqui.

Rio de Janeiro – Acompanhe os dados aqui.

Rio Grande do Norte (RN) – O estado possui uma página, a RN + Vacina. A página também é uma espécie de cartão de vacinas virtual, onde é possível monitorar as doses aplicadas.

Natal – Veja aqui a informação.

Rio Grande do Sul (RS) – O vacinômetro está disponível aqui.

Porto Alegre – o vacinômetro pode ser acessado aqui.

Rondônia (RO) – O vacinômetro está disponível nesta página.

Porto Velho – O vacinômetro do município registra apenas as vacinas aplicadas nos profissionais de saúde.

Roraima (RR) – O vacinômetro com informações sobre a aplicação das doses do imunizante pode ser acessado aqui.

Santa Catarina (SC) – O portal traz informações sobre a vacinação no Estado.

Florianópolis – Confira aqui o vacinômetro.

São Paulo (SP) – O governo do estado tem um vacinômetro que pode ser acessado aqui.

São Paulo – a capital não dispõe de um vacinômetro, mas tem uma página onde é possível realizar o agendamento para receber o imunizante.

Sergipe (SE) – O dados sobre vacinação no estado podem ser obtidos acessando a página.

Aracaju – o município não possui um vacinômetro.

Tocantins (TO) – No estado, os dados sobre vacinação podem ser acessados aqui.

Palmas – O município não possui um vacinômetro.

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Celulares podem ajudar no combate a fraudes em bombas de combustíveis

Provar materialmente uma das fraudes mais comuns e com o maior número de vítimas – a das bombas de postos de combustíveis – é algo que envolve equipamentos e procedimentos complexos, além de apreensões in loco e análises laboratoriais. Tudo isso poderá ser substituído por um clique de celular, dado por qualquer consumidor.

Basicamente, o equipamento a ser instalado na bomba é composto por um hardware (equipamento) que faz a leitura de um transdutor óptico capaz de contar a quantidade de combustível que é apresentada no display da bomba. A garantia de que a bomba de combustível está correta é dada por uma assinatura digital que poderá ser checada por meio do bluetooth dos celulares. A violação dessa assinatura comprova a fraude.

Para se ter uma ideia de como são praticadas fraudes nas bombas de combustíveis, a cada ano cerca de 20 mil casos são autuados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) – número que fica ainda mais impressionante se for levado em conta a complexidade para se conseguir evidenciar esse tipo de prática fraudulenta.

“As bombas medidoras de combustíveis possuem eletrônica bastante complexa, com placas de circuitos e software (programa de computador) que são vulneráveis a modificações, sendo quase impossível, ao fiscal, verificá-las em campo. Em muitos casos são necessárias análises laboratoriais para produzirmos provas materiais contra os infratores”, afirmou à Agência Brasil o chefe da Divisão de Metrologia em Tecnologia da Informação e Telecomunicações do Inmetro, Rodolfo Saboia.

Citando levantamento divulgado pela Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), o chefe da Divisão de Gestão Técnica do Inmetro, Bruno de Carvalho, disse que “as fraudes em bombas movimentam mais de R$ 20 bilhões a cada ano”.

Certificação digital

Para resolver – ou, pelo menos, amenizar – esse problema, o Inmetro está adaptando e implementando uma tecnologia que, há muito, já vinha sendo usada para dar segurança às transações feitas pela internet: a certificação digital.

“Nas bombas de combustíveis, o componente que faz a transformação da informação de medição, em sinal elétrico, é conhecido como transdutor [pulser]. Ele contém um chip criptográfico com um certificado digital. Desta forma, toda informação de medição que sai do pulser é assinada digitalmente, ficando impossível sua adulteração, sem que essa assinatura seja invalidada”, detalha Rodolfo Saboia.

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Para agregar ainda mais segurança ao processo, os certificados digitais estarão vinculados à Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), cadeia hierárquica de confiança coordenada pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), que viabiliza a emissão de certificados digitais para identificação virtual do cidadão em documentos como o e-CPF (Cadastro de Pessoa Física). O pedido de credenciamento – que tornará o Inmetro autoridade certificadora de primeiro nível na cadeia do ITI, para a adoção do equipamento – ainda está sob análise do instituto. A expectativa é de que essa aprovação ocorra ainda neste semestre.

“Na prática, o certificado digital ICP-Brasil funciona como uma identidade na rede mundial de computadores, garantindo a identificação inequívoca dos seus titulares e dando aos atos praticados por meio dele a mesma validade jurídica daqueles que assinamos e reconhecemos firma em cartório”, detalhou o presidente-executivo da Associação das Autoridades de Registro do Brasil (AARB), Edmar Araújo.

Identificação imediata

Saboia disse, também, que o principal ganho com a assinatura digital da informação de medição é a “rápida identificação de uma eventual fraude”. “Atualmente, para identificar uma fraude eletrônica em uma bomba de combustível é necessário apreender as placas eletrônicas das bombas e levar para análise em laboratório. Esta análise pode levar semanas. Com a assinatura digital, em poucos minutos, por meio de interface ou aplicativo de smartfhone, será possível – a fiscais e consumidores – checar se a assinatura é válida. Se a assinatura não for válida, significa que a bomba foi fraudada”, argumentou.

Com as medições analógicas dando lugar às digitais, sua utilidade poderá abranger fraudes envolvendo pesos e medidas que vão além das praticadas por postos de combustíveis mal intencionados. Segundo o presidente da AARB, “o certificado será destinado exclusivamente a objetos metrológicos regulados pelo Inmetro, mas é possível que seja também utilizado para controle de outros equipamentos, como balanças e relógios medidores de energia elétrica”.

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Araújo estima que ainda no segundo semestre de 2021 tudo esteja operacionalizado para que as bombas de combustíveis comecem a ser certificadas.

Protótipos

Segundo o Inmetro, as indústrias já estão finalizando o desenvolvimento de protótipos para que a tecnologia seja colocada em prática. “Restam ainda algumas dúvidas normais de implementação, que estão sendo sanadas com auxílio da equipe do Inmetro”, disse Saboia.

Depois disso, os modelos de bomba serão enviados a laboratórios acreditados para a realização dos testes laboratoriais necessários para a aprovação de modelo dos instrumentos. “Uma vez aprovado pelo Inmetro, as indústrias já estarão autorizadas a comercializar seus instrumentos”, complementa Bruno de Carvalho.

Aplicativo

A fiscalização das bombas poderá ser feita por meio de um aplicativo para smartphones, a ser disponibilizado pelo Inmetro. A ideia é fazer com que eles se conectem com as bombas de combustíveis por meio de bluetooth, de forma a verificar se a assinatura digital da bomba foi violada. Caso tenha sido violada, a informação é imediatamente encaminhada ao Inmetro via internet.

“As bombas de combustível deverão ter informações sobre sua identidade – como o endereço do posto, sua data de fabricação e se o certificado metrológico ICP-Brasil está instalado – disponíveis a qualquer pessoa”, detalhou Araújo.

Segundo o Inmetro, a ideia inicial era a de que a tecnologia servisse apenas para os fiscais. No entanto, ao identificarem como será simples o processo, optou-se por estender a ferramenta aos usuários.

“Com o aplicativo, todos serão nossos olhos nos postos de combustíveis, o que empoderará o consumidor. Basta ligar o bluetooth para captar os dados da bomba e saber se há alguma inconsistência na assinatura digital. Quanto à transmissão, ela pode ser feita automaticamente, assim que se tiver acesso à internet”, finalizou Saboia.

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