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Mulher é presa em flagrante com 295 selos de LSD em bermuda que seria entregue a reeducando

Durante procedimento de revista na Penitenciária Major PM Eldo Sá Corrêa (Mata Grande), em Rondonópolis (215 km ao Sul de Cuiabá), uma mulher foi presa em flagrante por levar 295 selos de substância análoga a LSD em uma peça de roupa que seria entregue a um reeducando. O fato ocorreu na manhã desta terça-feira (23.02).

Enquanto a visitante aguardava no corpo da guarda, o cão farejador apontou indícios de material ilícito nas peças de roupa levadas por ela. Os policiais penais fizeram uma revista minuciosa e encontraram 295 selos de substância análoga a LSD no cós de uma bermuda que seria entregue a um recuperando.

A mulher foi presa em flagrante delito e encaminhada à Delegacia de Polícia, juntamente com as substâncias ilícitas, para as providências necessárias.

Também nesta terça-feira, por volta de 12h, a direção da unidade e policiais penais plantonistas interceptaram um drone da marca Phatom com materiais ilícitos. Com ele, foram apreendidos aproximadamente 100 gramas de substância aparentando ser maconha, um fone de ouvido, 12 cartões com chips, quatro aparelhos celulares e um pacote de papel de seda.

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Medidas de segurança

Com isso, já são 35 drones apreendidos nos últimos anos só na Mata Grande. O sucesso dessas apreensões se deve a várias ações preventivas para evitar que os materiais ilícitos cheguem às mãos dos recuperandos. Entre elas, destacam-se a instalação de telas de “pinteiro” (hexagonal e galvanizada) nos solários das ante alas, alambrados em toda a unidade penal, cerca no perímetro externo da unidade e rondas diurnas e noturnas.

Além disso, a vigilância ostensiva dos policiais penais nas torres, como também uma equipe que faz campana na laje da penitenciária são medidas que contribuem para reforçar a segurança da unidade.

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Mato Grosso sobe no ranking da mineração no Brasil

Mato Grosso tornou-se em 2020 o primeiro estado do Brasil em requerimentos minerais e é o sexto com maior produção mineral do país. O presidente da Empresa Mato-grossense de Mineração (Metamat), Juliano Jorge Boraczynski, disse em entrevista à rádio CBN, de Cuiabá, que este é o reflexo da grande procura por minérios.

“A busca de empresários de outros estados é muito grande pelo solo mato-grossense. Aqui temos zinco, fosfato, cobre e ouro e, por isso, a continuidade do trabalho da Metamat é muito importante”, afirmou Juliano Jorge.

Ele salientou ainda que há um trabalho forte das empresas e cooperativas garimpeiras em busca da sustentabilidade da atividade especialmente na região Norte de Mato Grosso.

“Antigamente, o garimpo fazia um ‘estrago’ na região, mas hoje é feito um furo por perfuratriz para extrair os minérios”, disse, citando o exemplo da Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto (Coogavepe), em Peixoto de Azevedo, que é a sexta maior em extração de ouro.

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Os investimentos na mineração em Mato Grosso podem aumentar ainda mais com a organização da logística na região garimpeira. “Existe o projeto da ferrovia Ferrogrão ir até Lucas do Rio Verde e porque não pensarmos em um ramal até Juína ou Juara, onde há 55 milhões de toneladas de minério de ferro para transportar, assim como o transporte de zinco da Nexa, em Aripuanã?”, questionou otimista.

Além do trabalho de fomento à atividade mineradora, a Metamat começou a desenvolver no último ano um importante trabalho social. Foi assinado um termo de cooperação junto à Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para auxiliar os municípios que sofrem com falta de água potável.

“Começamos um trabalho de perfuração de poços artesianos ou poços tubulantes profundos. Desde 2019, já foram perfurados 40 poços e 40 poços profundos, mais de 9,5km de perfuração”, explica Juliano Jorge.

O presidente da Metamat revelou que está em processo de compra de uma perfuratriz para agilizar o processo e atender ainda mais comunidades rurais e assentamentos. “O último levantamento que tivemos acesso, de 2015, mostrava que 60 mil pessoas não tinham água potável no estado, mas acredito que seja mais que isso. Imagina não ter água para fazer comida ou tomar banho? É um trabalho essencial o que estamos fazendo”, reforçou.

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Juliano Jorge salientou que, por meio de emendas parlamentares, a empresa está conseguindo avançar nas perfurações e também em um estudo da mineração no estado. “Vamos fazer um termo de cooperação com a Universidade Federal de Mato Grosso para um mapeamento da mineração no estado e dos distritos mineiros, direcionados à exploração de recursos hídricos e pesquisas de rochas para insumos agrícolas.

A Metamat completa 50 anos em 2021 e tem um amplo serviço prestado à Mato Grosso. Na gestão do governador Mauro Mendes, houve gestão das atividades e de colaboradores, com enxugamento de 60% da folha de pagamento.

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