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Prazo para distribuição dos kits alimentação escolar é prorrogado em MT

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) prorrogou o prazo de entrega dos kits alimentação escolar. A previsão inicial era que as 365 mil unidades do kit fossem entregues aos pais ou responsáveis pelos estudantes até sexta-feira (26.02). Entretanto, problemas com documentação de algumas escolas e até mesmo com fornecedores acabaram atrasando as compras que são feitas pela direção de cada unidade.

O novo prazo para a entrega dos kits será definido individualmente, em acordo com as necessidades específicas de cada unidade escolar.

No início de fevereiro, a Seduc repassou duas parcelas para a compra dos kits alimentação para todas as escolas de Mato Grosso. A primeira parcela foi liberada no dia 8 de fevereiro, no valor de R$ 4.104.000,50. A segunda foi liberada no dia 11 de fevereiro, no valor total de R$ 6.936.913,00.

Regularização

Para a escola ter acesso ao recurso liberado pela Seduc ela precisava cadastrar no sistema da Seduc o Conselho Deliberativo da Comunidade (CDCE) e o número da conta corrente. Quando os repasses foram feitos, 300 escolas não tinham regularizado a situação. Hoje, todas possuem o CDCE.

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Fornecedores

Os fornecedores de cada cidade são escolhidos por meio de pregão. Há situações em que os fornecedores não conseguiram entregar em tempo hábil os produtos, devido à grande demanda. Um exemplo aconteceu com o arroz. São dois pacotes em cada kit. Uma escola com 1 mil alunos, por exemplo, vai precisar de dois mil pacotes. Para todo Mato Grosso serão 730 mil pacotes de arroz.

Um kit por aluno

A Seduc reforça que todos os alunos matriculados têm direito a um kit de alimentação escolar. Famílias com três filhos matriculados, por exemplo, têm direito a três kits.

As equipes gestoras das escolas devem fazer o agendamento com os pais para a retirada dos alimentos, para evitar aglomeração.

Produtos

Os kits têm valor médio de R$ 100, valor 30% maior que no ano passado, e são montados com os seguintes itens:

– dois pacotes de 5 kg de arroz;

– um pacote de um 1 kg de feijão carioca;

– um litro de óleo de soja;

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– 1 kg de sal;

– 1 kg de frango (podendo ser coxa, sobrecoxa ou peito);

– 1 kg de vegetal (podendo ser abobrinha verde, cenoura, chuchu, beterraba, maxixe, quiabo ou abóbora cabotiã;

– 1 kg de fruta (laranja, banana nanica ou banana maçã);

– 1 kg de tubérculo (podendo ser mandioca in natura, mandioca descascada, batata doce, bata inglesa, inhame ou cará).

Os tipos de vegetais, frutas e tubérculos variam de acordo com a disponibilidade contratada pela escola na chamada pública.

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Mato Grosso sobe no ranking da mineração no Brasil

Mato Grosso tornou-se em 2020 o primeiro estado do Brasil em requerimentos minerais e é o sexto com maior produção mineral do país. O presidente da Empresa Mato-grossense de Mineração (Metamat), Juliano Jorge Boraczynski, disse em entrevista à rádio CBN, de Cuiabá, que este é o reflexo da grande procura por minérios.

“A busca de empresários de outros estados é muito grande pelo solo mato-grossense. Aqui temos zinco, fosfato, cobre e ouro e, por isso, a continuidade do trabalho da Metamat é muito importante”, afirmou Juliano Jorge.

Ele salientou ainda que há um trabalho forte das empresas e cooperativas garimpeiras em busca da sustentabilidade da atividade especialmente na região Norte de Mato Grosso.

“Antigamente, o garimpo fazia um ‘estrago’ na região, mas hoje é feito um furo por perfuratriz para extrair os minérios”, disse, citando o exemplo da Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto (Coogavepe), em Peixoto de Azevedo, que é a sexta maior em extração de ouro.

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Os investimentos na mineração em Mato Grosso podem aumentar ainda mais com a organização da logística na região garimpeira. “Existe o projeto da ferrovia Ferrogrão ir até Lucas do Rio Verde e porque não pensarmos em um ramal até Juína ou Juara, onde há 55 milhões de toneladas de minério de ferro para transportar, assim como o transporte de zinco da Nexa, em Aripuanã?”, questionou otimista.

Além do trabalho de fomento à atividade mineradora, a Metamat começou a desenvolver no último ano um importante trabalho social. Foi assinado um termo de cooperação junto à Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para auxiliar os municípios que sofrem com falta de água potável.

“Começamos um trabalho de perfuração de poços artesianos ou poços tubulantes profundos. Desde 2019, já foram perfurados 40 poços e 40 poços profundos, mais de 9,5km de perfuração”, explica Juliano Jorge.

O presidente da Metamat revelou que está em processo de compra de uma perfuratriz para agilizar o processo e atender ainda mais comunidades rurais e assentamentos. “O último levantamento que tivemos acesso, de 2015, mostrava que 60 mil pessoas não tinham água potável no estado, mas acredito que seja mais que isso. Imagina não ter água para fazer comida ou tomar banho? É um trabalho essencial o que estamos fazendo”, reforçou.

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Juliano Jorge salientou que, por meio de emendas parlamentares, a empresa está conseguindo avançar nas perfurações e também em um estudo da mineração no estado. “Vamos fazer um termo de cooperação com a Universidade Federal de Mato Grosso para um mapeamento da mineração no estado e dos distritos mineiros, direcionados à exploração de recursos hídricos e pesquisas de rochas para insumos agrícolas.

A Metamat completa 50 anos em 2021 e tem um amplo serviço prestado à Mato Grosso. Na gestão do governador Mauro Mendes, houve gestão das atividades e de colaboradores, com enxugamento de 60% da folha de pagamento.

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