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Prefeitura disponibiliza mais 5 leitos semi-intensivos na UPA para atendimento de pacientes graves com covid-19

A Prefeitura de Rondonópolis disponibilizou mais 5 leitos de terapia semi-intensiva na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para atender pacientes com covid-19. A Secretaria Municipal de Saúde explica que o aumento de leitos foi necessário para atender o crescimento na quantidade de pacientes graves de covid-19 na cidade. Com a disponibilização de mais 5 leitos, a UPA passa a contar com 15 leitos semi-intensivos covid-19.

Os leitos semi-intensivos da UPA são equipados com ventiladores pulmonares, monitores e demais equipamentos necessários para o tratamento de pacientes graves que necessitam de atenção médica intensiva, inclusive de intubação. A unidade conta também com equipamento para realização de hemodiálise.

O secretário Municipal de Saúde, Rodrigo Ferreira, explica que a Pasta fez uma reorganização para destinar mais 5 leitos semi-intensivos para atender pacientes com covid-19. “Diante do aumento da ocupação de leitos de UTIs na Santa Casa e no Hospital Regional, ampliamos as vagas na UPA para prestar a assistência necessária para pacientes graves de Rondonópolis”.

A coordenadora da UPA, Cláudia Regina Wandeveld, afirma que embora a UPA não conte com leitos de UTI, o paciente tem todo o suporte necessário para a sobrevida em um leito semi-intensivo. “O paciente pode ser intubado na UPA, pois terá suporte técnico e profissional necessário para garantir o tratamento adequado e a sobrevida” destaca.

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Além de tecnicamente equipado para o tratamento de pacientes graves, o semi-intensivo da UPA conta ainda com equipe médica capacitada em atendimento intensivo (UTI).

Fonte: Danielly Tonin | Foto: Kawê Pires – GCOM

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Mato Grosso sobe no ranking da mineração no Brasil

Mato Grosso tornou-se em 2020 o primeiro estado do Brasil em requerimentos minerais e é o sexto com maior produção mineral do país. O presidente da Empresa Mato-grossense de Mineração (Metamat), Juliano Jorge Boraczynski, disse em entrevista à rádio CBN, de Cuiabá, que este é o reflexo da grande procura por minérios.

“A busca de empresários de outros estados é muito grande pelo solo mato-grossense. Aqui temos zinco, fosfato, cobre e ouro e, por isso, a continuidade do trabalho da Metamat é muito importante”, afirmou Juliano Jorge.

Ele salientou ainda que há um trabalho forte das empresas e cooperativas garimpeiras em busca da sustentabilidade da atividade especialmente na região Norte de Mato Grosso.

“Antigamente, o garimpo fazia um ‘estrago’ na região, mas hoje é feito um furo por perfuratriz para extrair os minérios”, disse, citando o exemplo da Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto (Coogavepe), em Peixoto de Azevedo, que é a sexta maior em extração de ouro.

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Os investimentos na mineração em Mato Grosso podem aumentar ainda mais com a organização da logística na região garimpeira. “Existe o projeto da ferrovia Ferrogrão ir até Lucas do Rio Verde e porque não pensarmos em um ramal até Juína ou Juara, onde há 55 milhões de toneladas de minério de ferro para transportar, assim como o transporte de zinco da Nexa, em Aripuanã?”, questionou otimista.

Além do trabalho de fomento à atividade mineradora, a Metamat começou a desenvolver no último ano um importante trabalho social. Foi assinado um termo de cooperação junto à Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para auxiliar os municípios que sofrem com falta de água potável.

“Começamos um trabalho de perfuração de poços artesianos ou poços tubulantes profundos. Desde 2019, já foram perfurados 40 poços e 40 poços profundos, mais de 9,5km de perfuração”, explica Juliano Jorge.

O presidente da Metamat revelou que está em processo de compra de uma perfuratriz para agilizar o processo e atender ainda mais comunidades rurais e assentamentos. “O último levantamento que tivemos acesso, de 2015, mostrava que 60 mil pessoas não tinham água potável no estado, mas acredito que seja mais que isso. Imagina não ter água para fazer comida ou tomar banho? É um trabalho essencial o que estamos fazendo”, reforçou.

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Juliano Jorge salientou que, por meio de emendas parlamentares, a empresa está conseguindo avançar nas perfurações e também em um estudo da mineração no estado. “Vamos fazer um termo de cooperação com a Universidade Federal de Mato Grosso para um mapeamento da mineração no estado e dos distritos mineiros, direcionados à exploração de recursos hídricos e pesquisas de rochas para insumos agrícolas.

A Metamat completa 50 anos em 2021 e tem um amplo serviço prestado à Mato Grosso. Na gestão do governador Mauro Mendes, houve gestão das atividades e de colaboradores, com enxugamento de 60% da folha de pagamento.

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