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Rondonópolis vai integrar consórcio para comprar vacinas direto do fornecedor

A população de Rondonópolis pode ter uma nova via para que a imunização contra a covid-19 aconteça com mais agilidade na cidade. É que a Prefeitura manifestou interesse em participar do consórcio nacional de municípios para compra de vacinas contra a covid-19. A inciativa pela criação do consórcio foi lançada esta semana e já conta com a assinatura de 1.292 prefeituras, conforme lista divulgada da Federação Nacional de Prefeitos (FNP).

Em Mato Grosso, Rondonópolis não está sozinha nesse grupo e vai se juntar a outros oito municípios no consórcio, são eles: Cuiabá, Cáceres, Primavera do Leste, Diamantino, Nova Xavantina, Brasnorte, Alto Araguaia e Nova Lacerda. O prazo para manifestar interesse pela participação termina hoje (05).

A decisão foi tomada somente agora porque o prefeito estava aguardando um estudo da Procuradoria Geral do município. A previsão é que a associação seja efetivamente instalada até o dia 22 de março.

Para o secretário de Saúde do município, Rodrigo Ferreira, a criação do consórcio traz uma esperança a mais para a gestão em acelerar o processo de imunização da população, uma expectativa de um retorno gradativo à normalidade. O gestor ressalta que, por meio do consórcio, os municípios poderão comprar as vacinar diretamente dos fornecedores, eliminando intermediários.

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A intenção da FNP é que as prefeituras possam comprar as vacinas caso o Plano Nacional de Imunização (PNI), coordenado pelo Ministério da Saúde, não seja capaz de suprir toda a demanda. Estão sendo avaliadas formas de financiar a aquisição dos imunizantes. Há três possibilidades principais: recursos do governo federal; financiamento por organismos internacionais e doações de investidores privados brasileiros.

Fonte: Rafael Vicentini – GCOM

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Mato Grosso sobe no ranking da mineração no Brasil

Mato Grosso tornou-se em 2020 o primeiro estado do Brasil em requerimentos minerais e é o sexto com maior produção mineral do país. O presidente da Empresa Mato-grossense de Mineração (Metamat), Juliano Jorge Boraczynski, disse em entrevista à rádio CBN, de Cuiabá, que este é o reflexo da grande procura por minérios.

“A busca de empresários de outros estados é muito grande pelo solo mato-grossense. Aqui temos zinco, fosfato, cobre e ouro e, por isso, a continuidade do trabalho da Metamat é muito importante”, afirmou Juliano Jorge.

Ele salientou ainda que há um trabalho forte das empresas e cooperativas garimpeiras em busca da sustentabilidade da atividade especialmente na região Norte de Mato Grosso.

“Antigamente, o garimpo fazia um ‘estrago’ na região, mas hoje é feito um furo por perfuratriz para extrair os minérios”, disse, citando o exemplo da Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto (Coogavepe), em Peixoto de Azevedo, que é a sexta maior em extração de ouro.

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Os investimentos na mineração em Mato Grosso podem aumentar ainda mais com a organização da logística na região garimpeira. “Existe o projeto da ferrovia Ferrogrão ir até Lucas do Rio Verde e porque não pensarmos em um ramal até Juína ou Juara, onde há 55 milhões de toneladas de minério de ferro para transportar, assim como o transporte de zinco da Nexa, em Aripuanã?”, questionou otimista.

Além do trabalho de fomento à atividade mineradora, a Metamat começou a desenvolver no último ano um importante trabalho social. Foi assinado um termo de cooperação junto à Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para auxiliar os municípios que sofrem com falta de água potável.

“Começamos um trabalho de perfuração de poços artesianos ou poços tubulantes profundos. Desde 2019, já foram perfurados 40 poços e 40 poços profundos, mais de 9,5km de perfuração”, explica Juliano Jorge.

O presidente da Metamat revelou que está em processo de compra de uma perfuratriz para agilizar o processo e atender ainda mais comunidades rurais e assentamentos. “O último levantamento que tivemos acesso, de 2015, mostrava que 60 mil pessoas não tinham água potável no estado, mas acredito que seja mais que isso. Imagina não ter água para fazer comida ou tomar banho? É um trabalho essencial o que estamos fazendo”, reforçou.

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Juliano Jorge salientou que, por meio de emendas parlamentares, a empresa está conseguindo avançar nas perfurações e também em um estudo da mineração no estado. “Vamos fazer um termo de cooperação com a Universidade Federal de Mato Grosso para um mapeamento da mineração no estado e dos distritos mineiros, direcionados à exploração de recursos hídricos e pesquisas de rochas para insumos agrícolas.

A Metamat completa 50 anos em 2021 e tem um amplo serviço prestado à Mato Grosso. Na gestão do governador Mauro Mendes, houve gestão das atividades e de colaboradores, com enxugamento de 60% da folha de pagamento.

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