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Sertanejos famosos e milionários descobriram que MT é uma mina de ouro

Zezé Di Camargo, Leonardo, Amado Batista e agora Gusttavo Lima são apenas alguns dos cantores sertanejos que investem em Mato Grosso.

Ocorre que eles descobriram que nosso estado é rico, mas muito rico.

Gusttavo Lima, por exemplo, já está com negócio praticamente fechado para adquirir uma fazenda pela bagatela de R$ 275 milhões.

Enquanto isso, Leonardo está investindo na construção de condomínios na região do Araguaia, os “Golden Ville 1 e Golden Ville 2”, além dos residenciais “Vale da Imperatriz e Vista Alegre”.

Zezé Di Camargo também já estaria de malas prontas para morar em Chapada dos Guimarães. Ele já comprou um terreno em condomínio de luxo e vai construir uma mansão no local.

A dupla de Luciano disse buscar um lugar tranquilo para viver com a esposa Graciele Lacerda. No entanto, a gente sabe que é fazendeiro e está de olho em nossas terras.

Amado Batista vendeu uma propriedade em Cocalinho por R$ 350 milhões, apenas. Ele precisa do dinheiro para pagar multa por crimes ambientais ao Ibama. O valor da “pena” é de pouco mais de R$ 1,2 milhão.

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Rapaz! Vai sobrar dinheiro para comprar outra mega fazenda. Não podemos esquecer que o cantor ainda tem negócios na região do Araguaia.

Existem outros famosos com empreendimentos no estado, mas se fosse citar todos esse texto ficaria enorme.

Avaliando tudo isso, concluímos que Mato Grosso está “bombando” economicamente, apesar da desigualdade social que o Estado precisa enfrentar.

A questão é que os famosos milionários descobriram isso e estão migrando para cá.

Só esperamos que, pelo menos parte de toda essa riqueza, sobre um ‘tiquinho’ para quem mais precisa ser beneficiado com esse boom, a população de baixa renda.

Mas para isso o Governo precisa qualificar os cidadãos com cursos técnicos, melhores escolas e faculdades públicas.

Fonte: Rafael de Sousa – Repórter MT

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Brasil

Anvisa autoriza estudo sobre dose de reforço da Pfizer

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o estudo clínico para testar uma possível dose de reforço da vacina Cominaryt, da Pfizer.

Será um estudo clínico para que o laboratório possa avaliar a segurança, a capacidade de dar uma resposta imune e a eficácia de várias estratégias de reforço da vacina em diferentes populações de participantes, como por exemplo, grupos etários, que receberam previamente 2 doses da vacina no estudo inicial.

O estudo pretende recrutar 443 participantes no centro clínico do Hospital Santo Antônio da Associação Obras Sociais Irmã Dulce, em Salvador (BA) e 442 participantes no CEPIC – Centro Paulista de Investigação Clínica e Serviços Médicos, em São Paulo (SP).

Serão incluídos participantes a partir dos 16 anos de idade que tomaram as duas doses da vacina da Pfizer (BNT162b2) há pelo menos 6 meses, no estudo inicial do imunizante.

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