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Anatel garante abastecimento de veículos que realizam manutenção da rede móvel

Brasil Econômico


Presidente da Anatel, Juarez Quadros, anunciou que frota de veículos das teles que realizam manutenção da rede móvel do país terão prioridades no abastecimento
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Presidente da Anatel, Juarez Quadros, anunciou que frota de veículos das teles que realizam manutenção da rede móvel do país terão prioridades no abastecimento

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações ( Anatel)
, Juarez Quadros, anunciou nesta terça-feira (29), durante audiência pública na Câmara dos Deputados, que concedeu a prioridade para abastecimento
de frota de veículos das empresas de telecomunicações
atendendo à pedido feito pelo Sindicato Sindicato das Empresas de Telecomunicações do Brasil ( SindiTeleBrasil
) na tarde de ontem.

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A decisão garante que o combustível chegue aos veículos que realizam a manutenção das redes, de forma a proteger a operação de infraestrutura crítica de telecomunicações. O pedido ainda contempla a escola de caminhões-tanque até os reservatórios de abastecimento dos geradores usados nas centrais de telecomunicações usados em casos de falta de energia comercial.

Entenda o pedido do Sindicato

Os pedidos feito ontem pelo SindiTeleBrasil e enviados à Anatel na tarde de segunda-feira (28) alertavam para a possibilidade de uma falha grave, no pior dos cenário, ser capaz até de derrubar a rede móvel de internet e telefonia no país.

As teles pdiam para que a Anatel incluísse as operadoras no Decreto de Garantia da Lei e da Ordem de número 9.832, assinado pelo presidente Michel Temer no último dia 25 de maio. No decreto, as Forças Armadas estão autorizadas a atuar no desbloqueio das rodovidas para garantir o direito de ir e vir dos cidadãos, além de poder tomar “medidas de proteção para infraestrutura considerada crítica”. O que era extamente o caso em que as operadores alegavam se enquadrar.

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As prestadoras informaram a Anatel que estavam com seus estoques de combustível praticamente zerados e que, se não fossem tomadas medidas emergenciais, os serviços de manutenção e reparo poderiam ser prejudicados. Isso poderia prejudicar não só o consumidor individual, mas também os serviços como hospitais, bombeiros, segurança pública, que poderão ter serviços de telefone, SMS e até de internet suspensos por eventuais falhas.

Elas queriam (e agora foram atendidas) que a Anatel incluísse as operadoras no Decreto de Garantia da Lei e da Ordem de número 9.832, assinado pelo presidente Michel Temer no último dia 25 de maio. No decreto, as Forças Armadas estão autorizadas a atuar no desbloqueio das rodovidas para garantir o direito de ir e vir dos cidadãos, além de poder tomar “medidas de proteção para infraestrutura considerada crítica”.

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O presidente da Anatel disse que “até o momento não houve nenhuma interrupção, mas houve a necessidade de mobilização para assegurar o transporte de combustível.” Ele também afirmou que “estamos a postos, acompanhando todo o desdobramento do caso” e que a Anatel
continuará atuando nos gabinetes de crise federal e estaduais até o fim da greve dos caminhoneiros e a completa normalização da situação.

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WhatsApp lança recursos premium para atrair empresas

O WhatsApp anunciou o lançamento de novas bibliotecas de funcionalidades, conhecidas como APIs, baseadas em serviços de nuvem – quando o processamento dos aplicativos é feito em tempo real por servidores e enviado via internet para o usuário – com foco específico no uso empresarial do aplicativo. A novidade foi apresentada pelo presidente-executivo da Meta, antiga Facebook e dona do WhatsApp, Mark Zuckerberg.

A rede social de troca de mensagens instantâneas tem atraído cada vez mais usuários corporativos, e tem lançado diversas atualizações que visam aprimorar a relação entre clientes e empresas, como a possibilidade de transferir dinheiro dentro da própria plataforma.

Zuckerberg disse que a oferta significa que “qualquer empresa ou desenvolvedor pode acessar facilmente nosso serviço, projetar diretamente no WhatsApp para personalizar sua experiência e acelerar o tempo de resposta aos clientes usando nosso seguro WhatsApp Cloud API hospedada pela Meta.”

A Meta, que comprou o WhatsApp por 19 bilhões de dólares em 2014, disse que as empresas não poderão enviar mensagens para as pessoas no WhatsApp, exceto se elas pedirem para ser contatadas.

Fonte: Agência Brasil | Foto: Freepik

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