A Prefeitura de Colíder informou que a Energisa realizou nesta quinta-feira (15/5) a substituição do transformador localizado em frente à Escola Municipal Bom Jesus após sucessivas cobranças feitas pela gestão municipal e pela diretoria da unidade. O equipamento estava queimado desde o dia 8 de abril e comprometeu o fornecimento de energia, deixando sem funcionamento os aparelhos de ar-condicionado nas salas de aula e setores administrativos.
Mesmo com a troca já concluída, a energização do novo transformador está prevista para segunda-feira, 18 de maio, conforme cronograma operacional da concessionária responsável pela distribuição de energia elétrica em Mato Grosso.
A Escola Bom Jesus atende atualmente 245 alunos e precisou adotar medidas emergenciais durante o período de instabilidade elétrica. Segundo a diretora Francisca Neli Deodato, o forte calor dentro das salas obrigou a unidade a reduzir o período das aulas para preservar o bem-estar dos estudantes e servidores.
“Foi um período bastante difícil para toda a comunidade escolar. Sem os aparelhos de ar-condicionado, tivemos que liberar os alunos mais cedo, às 10h30 no período matutino e às 16h no vespertino, porque as salas ficaram muito quentes”, relata a diretora.
COBRANÇA DA PREFEITURA
De acordo com o prefeito Rodrigo Benassi, desde os primeiros dias do problema a administração municipal manteve contato direto com a Energisa para cobrar providências e acelerar a substituição do equipamento. O gestor acrescenta que a prefeitura acompanhou a situação diariamente devido aos impactos causados na rotina escolar.
“Assim que tivemos conhecimento do problema, nossa equipe passou a cobrar providências da Energisa. Depois de muitas cobranças da gestão municipal, a concessionária realizou a troca do transformador. Seguimos acompanhando até que a religação seja concluída e a situação totalmente normalizada”, diz Benassi.
RESPONSABILIDADE PELO SERVIÇO
A administração municipal reforçou que a manutenção e operação da rede elétrica pública são de responsabilidade exclusiva da Energisa, incluindo transformadores e demais equipamentos do sistema de distribuição.
Benassi informa que apesar das cobranças feitas pela população à prefeitura, o município não possui competência legal para executar esse tipo de manutenção.
“Entendemos a insatisfação da população porque o problema afetou diretamente uma escola municipal. Mas é importante esclarecer que esse serviço não é executado pela prefeitura. O nosso papel foi cobrar, acompanhar e pressionar para que a solução acontecesse”, esclarece o prefeito.
Redação: Assessoria


























