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Aposentados e pensionistas da AL podem consultar holerite pelo site

Foto: Fablício Rodrigues

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Secretaria de Comunicação Social

Aposentados e pensionistas da Assembleia Legislativa de Mato Grosso já podem consultar seus holerites por meio do site da Casa. Com a mudança, eles não precisam mais entrar em contato com o Instituto de Seguridade Social dos Servidores do Poder Legislativo (ISSSPL) nem comparecer à sede do Parlamento para ter acesso ao documento. Hoje, o Parlamento tem 320 aposentados e 128 pensionistas.

Ao abrir o site, é preciso clicar em “login” no canto superior direito da página. Então, é aberta a aba em que é pedido o CPF e senha do usuário. Lá, também é possível clicar para fazer o cadastro no sistema, caso o usuário não o possua. São solicitadas informações como nome, CPF, e-mail e endereço. Depois de cadastrado, o usuário pode fazer o login e acessar a página em que é possível consultar os holerites. A opção de visualizar o documento aparece apenas para aposentados ou pensionistas.   

O diretor do ISSSPL, Edevandro Guandalin, explica que a nova ferramenta tem objetivo de atender uma demanda antiga desse público. Eles pediam que o acesso ao holerite fosse facilitado. “Eles precisam do holerite para empréstimos e também para conferir o que é descontado”, destaca Guandalin. “Acho que [o acesso pelo site] vai suprir bem as necessidades dos aposentados e pensionistas”, acredita o diretor. Ele lembra que antes os servidores do instituto tinham de gastar tempo atendendo pedidos pelo holerite, que chegavam pessoalmente ou por telefone.

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A nova ferramenta foi disponibilizada pela Coordenadoria de Informática da Assembleia. A analista de requisito Iara Fernandes explica que o setor recebeu a demanda e verificou a necessidade de criar uma forma mais fácil para o aposentado ou pensionista acessar o holerite. Foram dois meses de trabalho até o projeto ficar pronto. “Preferimos colocar no site porque dá para acessar de qualquer lugar, seja do computador ou celular”, justifica a servidora.

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CFAEO promove segunda audiência sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou, na tarde desta quarta-feira (10), audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para o ano de 2023 (PLDO-573/2022). O debate foi conduzido pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária e contou com participação de representantes da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz/MT), sindicatos, Defensoria Pública, Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

A receita total líquida para o ano de 2023 prevista na PLDO é de cerca de R$ 28,6 bilhões. O secretário-adjunto da Receita Pública da Sefaz/MT, Vinícius José Simioni da Silva, explicou os indicadores e parâmetros levados em consideração para chegar ao número apresentado na peça orçamentária. Porém, a estimativa foi alvo de questionamentos de participantes que acreditam na possibilidade de excesso de arrecadação.

Segundo o secretário-adjunto do Orçamento Estadual, Ricardo Capistrano, números podem ser atualizados para apresentação do projeto de lei orçamentária, que deve chegar em setembro para apreciação da Assembleia. O representante da Sefaz ainda destacou que a PLDO-2023 cria dispositivo para medir impactos e retorno econômicos das políticas públicas feitas pelo Estado de Mato Grosso.

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Entre as prioridades contidas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023 estão manutenção de espaços educacionais, construção e reforma de estabelecimentos assistenciais de saúde, implementação de programas sociais e pavimentação e conservação de rodovias e gestão da regularização ambiental de imóveis rurais.

Representantes de sindicatos do funcionalismo público estadual cobraram a realização de concursos públicos para diferentes órgãos e secretarias e o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos anos em que a correção não foi concedida. A falta de oferta de qualificação profissional e a efetividade da renúncia fiscal dada pelo governo também foram alvo de discussões.

Fonte: ALMT

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