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Audiência Pública debate futuro da MTI

Foto: Ronaldo Mazza

A Mensagem nº 7/2019, de autoriao Poder Executivo estadual ( , que dispõe sobre a organização administrativa do Estado, a chamada Reforma Administrativa, foi debatida na Assembleia Legislativa durante audiência pública realizada na tarde desta quinta-feira. Temendo a extinção da Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI), proposta pelo atual governo no texto, os servidores da MTI  lotaram o auditório Milton Figueiredo e apresentaram uma proposta que será levada ao governador de Mato Grosso, Mauro Mendes. Eles entregaram para os parlamentares presentes a proposta concreta de redução de 45% da folha de pagamento e avançar mais ao mercado.

“Conseguimos salvar a Empaer, que será transformada num instituto enxuto, e ainda, o MT Fomento. Estou extremamente satisfeito e recompensado pelas quatro audiências públicas. Quanto à MTI, foram apresentadas algumas propostas e uma delas é reduzir em até 45% da folha de pagamento e avançar ainda mais ao mercado”, revelou o deputado Wilson Santos, autor da audiência.

Para ele, a MTI tem importantes serviços para Mato Grosso, como preservação de dados de informações e documentos do Estado. “Essa proposta se prolongará para os próximos quatro anos, com até 45% dos gastos somente com a folha salarial desse órgão”, lembrou o parlamentar.  

Conforme a justificativa do Executivo, para a readequação da estrutura da máquina pública, elegeu-se o princípio da eficiência, com o objetivo de otimizar as ações estatais e dotar de maior integração as funções administrativas com o menor emprego de recursos financeiros e humanos possíveis.

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Baseado nessas propostas, Santos indicou a realização da audiência para debater com os servidores e a sociedade os impactos que a proposta pode provocar no âmbito do Executivo e para a população de Mato Grosso.

“É natural que todo projeto precisa ser debatido e o Parlamento é a grande Casa dos debates. A Assembleia tem que trazer para dentro do seu prédio todas as discussões com a sociedade. Foram propostas quatro audiências públicas para debaterem esses temas, permitindo que os servidores e a população apresentem sugestões.  Estou extremamente satisfeito e recompensado pelas quatro audiências públicas”, justificou o deputado.

Para o presidente do Sindicato da Empresa Mato-grossense de Tecnologia de Informática, João Figueiredo, a base do governo, literalmete, fechou as portas para o MTI.

“Precisamos saber qual é o formato da viabilidade que o governo deseja para nós. Trabalhamos em todos os órgãos de arrecadação do Estado, estamos sempre ao lado do governo, mas ele não vê dessa forma. Entendo que a melhor saída será transformar numa autarquia, ou num instituto”, apontou ele.

De acordo com a mensagem, as atribuições das pastas extintas que se mostrem adequadas ao propósito global da eficiência serão absorvidas  pelas secretarias mantidas e criadas, para que não haja, segundo o governo, prejuízo aos serviços à população.

“Essas audiências têm ajudado os parlamentares a refletirem sobre o desenvolvimento do Estado. Um trabalho importante para os interessados aos projetos que são debatidos. Temos que acompanhar de perto as mensagens que o governo encaminha para a Casa. O servidor público pode contar com o meu apoio, pois precisamos avançar em todos os aspectos sem extinguir as empresas”, disse o deputado Max Russi (PSB).

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Na ocasião, o analista de tecnologia da informação, Djalma Soares, fez uma explanação dos serviços prestados pela MTI em Mato Grosso e, também fora do estado, além de responder vários questionamentos dos participantes e também dos deputados presentes.

“Para nós servidores da MTI a extinção da empresa anunciada pelo governador eleito pegou todos de surpresa. Temos números e trabalhos prestados. Entregamos algumas propostas para o governador e estamos aguardando uma resposta, que seja positiva. Acredito que tenhamos o mesmo êxito da Empaer”, concluiu ele.

O presidente do Sisma – Sindicato dos Servidores da Saúde do Estado de Mato Grosso -, Oscarlino Alves, preferiu destacar apoio dos servidores durante a mobilização na Assembleia Legislativa.

“Nossa mobilização na Casa foi para chamar a atenção da sociedade civil. Observamos a classe política bastante dividida, pois alguns parlamentares estão do nosso lado, mas muitos deles estão contrários. A MTI é uma empresa altamente qualificada e tem trabalhos mostrados em Mato Grosso. O governo precisa entender a proposta da empresa para depois tomar uma decisão”, falou o sindicalista.

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Na busca pelo primeiro mandato na AL, Juca do Guaraná quer ‘levar o povo’ para a Casa de Leis

Para o candidato a deputado estadual pelo MDB em Mato Grosso, Juca do Guaraná Filho, a presença do agente político nos municípios é fundamental. Uma das propostas do Juca do Guaraná, é percorrer, com o Gabinete Itinerante, os 141 municípios do Estado e deixar fixa uma base do Gabinete Itinerante nas principais cidades de Mato Grosso.

“As pautas que vêm de encontro com as necessidades da população precisam ganhar vez na Assembleia Legislativa. Pode ter certeza que se eu conseguir uma das vagas da AL, a população entrará junto comigo”, destacou Juca do Guaraná.  

O emedebista é conhecido por ser o vereador do povo. Juca foi um dos parlamentares que mais teve indicações feitas e atendidas nos último dois anos. Já se somam mais de 10 mil indicações atendidas, em inúmeros bairros e comunidades rurais de Cuiabá. 

Juca do Guaraná Filho sabe bem a importância em ser um bom representante para a população cuiabana. Com muitos projetos de Lei de sua autoria, sancionados, Juca promete, caso eleito, continuar ‘fazendo mais por sua gente’.  Desta forma, criando mais propostas que beneficiem diretamente a homens e mulheres trabalhadores ou inserindo emendas a projetos que sejam, de fato, de interesse para Mato Grosso.  

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Juca do Guaraná Filho nasceu no bairro Pedregal, se candidatou e foi eleito em 2012. Depois, em 2016 e, por fim, em 2020. Sua entrada na política foi, inicialmente, para atender a um pedido do falecido pai, o ex-vereador José Maria Barbosa, mais conhecido como Juca do Guaraná. Assim, decidiu seguir a trajetória política e, hoje, Juca do Guaraná Filho busca seu primeiro mandato como deputado estadual.  

Com esse objetivo, Juca do Guaraná tem mostrado aos eleitores alguns de seus trabalhos na Casa de Leis cuiabana, afirmando que como vereador, criou o Gabinete Itinerante, com o objetivo não só de aproximar o parlamento municipal da comunidade, como ainda levantar as principais necessidades estruturais, em especial, nos bairros carentes da Capital. A ação já percorreu todas as regiões da Capital e já totalizou mais de 10 mil atendimentos. 

Em uma luta sem tréguas, Juca conseguiu sancionar a Lei de Nº 6.509/2020, de sua autoria, estabelecendo atendimento prioritário e, sobretudo, humanitário, aos autistas. A Lei exige que os estabelecimentos públicos e privados passem a estampar, em local visível, o símbolo para a conscientização do autismo, informando que os portadores do Transtorno do Espectro Autista (TEA) e seus acompanhantes têm direito a atendimento prioritário. O êxito foi tão grande que o projeto do vereador Juca do Guaraná acabou servindo de referência para várias outras cidades.

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Juca também foi autor da Lei que aumentou o tempo para integração nos ônibus coletivos de Cuiabá, fazendo com que os usuários do transporte público tivessem mais tempo para completar seu trajeto, sem perder o tempo de integração e sem precisar pagar outra passagem.   

Esta Lei foi idealizada pelo parlamentar como resultado de uma experiência feita por ele, quando enfrentou um ônibus lotado que demorou aproximadamente 2 horas para fazer a linha que vai do bairro Pedra 90 ao Centro da capital. Ao passar por essa situação, notou que muito dificilmente uma pessoa conseguiria fazer esse mesmo percurso e tantos outros, em apenas 1 hora.  

Com a apresentação de todo trabalho prestado à Cuiabá, é que Juca do Guaraná tem se colocado à disposição da população mato-grossense, para levar esses projetos para todo o Estado.

Fonte: Eleições 2022

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