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Autoridades prestigiam cerimônia de posse do governador e seu vice realizada pela AL

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Autoridades, familiares, amigos e populares participaram da cerimônia de posse do governador Mauro Mendes (DEM), na tarde desta terça-feira (1º de janeiro), no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour da Assembleia Legislativa. Sob o comando do presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (DEM), o evento foi marcado por discursos de otimismo e preocupação com a situação financeira de Mato Grosso. 

“O povo decidiu, em outubro passado. Agora é o senhor, governador, nosso comandante maior. Agora somos nós que devemos decidir fazer o melhor nesta caminhada por Mato Grosso, pelo nosso povo!”, afirmou Botelho, ao destacar a importância do processo democrático. “Estamos aqui para a posse de nosso governador para os próximos quatro anos. A posse do nosso companheiro partidário Mauro Mendes é motivo redobrado de minha alegria”.

O governador Mauro Mendes destacou a honra de ser eleito governador e afirmou que vai precisar do apoio da Assembleia Legislativa para superar os desafios dos próximos anos. "Não caíra só sobre os ombros do Executivo, mas de todos os poderes a responsabilidade de tomar medidas para recuperar a situação financeira do estado. Vamos precisar fazer o que for necessário", afirmou Mendes.

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Disse ainda que sobre o compromisso dos eleitos em lutar pelos sonhos de Mato Grosso, mas com o cuidado de não cometer erros do passado, citando ex-governadores. “Falo isso porque os mato-grossenses não veem o passado como uma fotografia estática na parede; querem que usemos a experiência acumulada para fugirmos dos erros e aprimorar os acertos, para melhorar, para inovar, para inserir novas tecnologias aos serviços públicos, para emancipar os que mais precisam do estado”, alertou Botelho, ao lembrar que Mendes fez campanha com o "pé no chão e a cabeça no futuro".

Para Botelho, a gestão deverá ser marcada por muito trabalho e que será parceiro nessa jornada. “O evento eleitoral já passou. Vamos, agora, juntar forças em favor de Mato Grosso. As pessoas elegeram o senhor e nos elegeram para que façamos a melhor gestão da história. E é isso o que buscaremos fazer, deputados estaduais e federais, senadores e governador. Devemos preservar os princípios intransigíveis que nos trouxeram até aqui e avançar”.

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CFAEO promove segunda audiência sobre o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou, na tarde desta quarta-feira (10), audiência pública para discutir o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias para o ano de 2023 (PLDO-573/2022). O debate foi conduzido pela Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária e contou com participação de representantes da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz/MT), sindicatos, Defensoria Pública, Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM).

A receita total líquida para o ano de 2023 prevista na PLDO é de cerca de R$ 28,6 bilhões. O secretário-adjunto da Receita Pública da Sefaz/MT, Vinícius José Simioni da Silva, explicou os indicadores e parâmetros levados em consideração para chegar ao número apresentado na peça orçamentária. Porém, a estimativa foi alvo de questionamentos de participantes que acreditam na possibilidade de excesso de arrecadação.

Segundo o secretário-adjunto do Orçamento Estadual, Ricardo Capistrano, números podem ser atualizados para apresentação do projeto de lei orçamentária, que deve chegar em setembro para apreciação da Assembleia. O representante da Sefaz ainda destacou que a PLDO-2023 cria dispositivo para medir impactos e retorno econômicos das políticas públicas feitas pelo Estado de Mato Grosso.

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Entre as prioridades contidas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023 estão manutenção de espaços educacionais, construção e reforma de estabelecimentos assistenciais de saúde, implementação de programas sociais e pavimentação e conservação de rodovias e gestão da regularização ambiental de imóveis rurais.

Representantes de sindicatos do funcionalismo público estadual cobraram a realização de concursos públicos para diferentes órgãos e secretarias e o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos anos em que a correção não foi concedida. A falta de oferta de qualificação profissional e a efetividade da renúncia fiscal dada pelo governo também foram alvo de discussões.

Fonte: ALMT

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