A presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso, Gisela Cardoso, realizou, na manhã desta quinta-feira (18), a abertura do VIII Congresso de Reestruturação e Recuperação Judicial, destacando a importância e a história do evento que promove a capacitação da advocacia, o diálogo e o debate sobre um tema extremamente relevante para a economia brasileira.
“Este congresso nasceu do propósito de promover conhecimento e fomentar o diálogo entre os diversos atores do sistema de insolvência e contribuir para o aperfeiçoamento de um instituto que desempenha papel fundamental na preservação da atividade econômica e da própria função social das empresas. E ao chegar à oitava edição, nós temos a certeza de que esse objetivo vem sendo alcançado ano após ano. O que começou como uma iniciativa voltada a capacitação e ao debate, tornou-se um espaço nacionalmente reconhecido de reflexão, construção de soluções e intercâmbio de experiências”, afirmou Gisela.
O evento organizado pela Comissão Estadual de Falência e Recuperação de Empresa (CELFRE) e a Escola Superior da Advocacia (ESA-MT) reúne mais de 600 congressistas entre advogados, magistrados, administradores judiciais, economistas, membros do Ministério Público, empresários, professores, além de outros profissionais de diversas áreas, de várias regiões do país. São dois dias de painéis com palestras, debates e apresentações.
A presidente da CELFRE, Aline Barini, citou que a economia brasileira enfrenta problemas em todos os segmentos sob os efeitos geopolíticos internos. “Não se mostra lúcido ignorar esse fato e a reestruturação de empresas apresenta-se como uma das ferramentas mais modernas e complexas para a retomada do equilíbrio”, disse ao dar boas vindas aos participantes do Congresso e desejar que seja um evento de muito aprendizado e crescimento.
Durante a programação da manhã desta quinta-feira, presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso, foi debatedora no painel “Atores do Processo de Recuperação Judicial e Extrajudicial: Função e Limites do Administrador Judicial, Ministério Público, Credores e Juízo”.Fonte: OAB – MT





























