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Depois de uma semana internado, ator Caio Junqueira morre

Fonte: Agência Brasil

O ator Caio Junqueira morreu no início da manhã de hoje (23) depois de ficar uma semana internado no Hospital Municipal Miguel Couto, na zona sul da cidade do Rio de Janeiro. O artista sofreu um acidente automobilístico no dia 16 de janeiro, no Aterro do Flamengo, também na zona sul.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, ele estava internado no centro de tratamento intensivo (CTI) e morreu vítima de complicações do acidente. O ator tinha passado por uma nova cirurgia na última segunda-feira (21).

Caio Junqueira tinha 42 anos e trabalhou em várias novelas e séries televisivas. Também interpretou o aspirante Neto, no filme Tropa de Elite, lançado em 2007.

Sua estreia na televisão aconteceu aos 9 anos de idade, no programa “Tamanho família”, na extinta TV Manchete. Ao todo, participou de 20 produções para a televisão e 15 longas para o cinema. Seu papel mais famoso foi o do aspirante 06, no filme Tropa de Elite.

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Pelas redes sociais, vários artistas lamentaram a morte do autor. A autora Gloria Perez publicou: “Meu eterno Cadinho”. A atriz Bianca Rinaldi disse: “Perco mais um querido companheiro de trabalho e grande amigo. Vou sentir saudades de você”.

Ainda não há informações sobre o velório e o enterro do ator.

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TSE começa a julgar aplicação da lei de proteção de dados nas eleições

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) começou a analisar nesta terça-feira (9) a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) nos registros de candidaturas às eleições de outubro. Os ministros avaliam a restrição de dados dos candidatos no sistema DivulgaCand, que contém a lista de bens declarados, como imóveis e aplicações financeiras.

O julgamento é motivado pelo processo no qual um politico que concorreu às eleições de 2020 pediu a exclusão de seus dados da plataforma após receber ameaças durante o processo eleitoral.

Ao analisar o caso, o presidente do TSE, ministro Edson Fachin, defendeu a manutenção do registro dos dados, mas somente para informações que comprometam a vida privada dos candidatos. Para o ministro, as regras não podem dificultar a fiscalização das candidaturas.

Em seguida, um pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes suspendeu o julgamento. A data para retomada ainda não foi definida.

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