Politica MT

Deputado Dr. Gimenez se licencia para tratamento de saúde


Foto: MARCOS LOPES / ALMT

O deputado estadual Dr. Gimenez (PV) apresentou requerimento de 121 dias de licença para tratamento de saúde, na última sessão da Assembleia Legislativa, conforme o Regimento Interno da ALMT. O objetivo do afastamento é realizar uma bateria de exames cardiológicos (e outros mais), e acompanhar e avaliar a evolução do quadro. 

Dr. Gimenez tem 70 anos, é o deputado mais velho do Parlamento, e desde que se submeteu a um cateterismo cardíaco, seguido de angioplastia para colocação de dois stents, não terminou o tratamento e agora, após dois anos, necessita reavaliação. Todo acompanhamento está sendo feito pelo cardiologista Dr. Carlos Augusto Carretoni. 

“Quero tranquilizar a todos, pois é uma ação preventiva para fins de fazer o check-up necessário. Desde que fiz a angioplastia, há 2 anos, venho me sentindo muito bem, porém a reavaliação se faz necessária. Não fiz até o momento porque estávamos vivendo um período crítico de pandemia, mas agora, já vacinado com a 2ª dose contra a covid-19, e estou mais seguro para retomar o tratamento”, explicou o parlamentar. 

Leia Também:  Deputado quer Programa de Percurso de Pacientes para portadores de neoplasia maligna de mama

Seguindo o Regimento Interno da Casa de Leis, o requerimento solicitando o afastamento foi apresentado na quinta-feira (09). Já na próxima sessão, nesta quarta-feira (15), o segundo suplente pelo PV, Túlio Fontes, deverá assumir a cadeira do deputado Dr. Gimenez, até que este esteja plenamente recuperado e tenha alta médica de seu cardiologista. 

“Meu objetivo é fazer a reavaliação corretamente e, assim que estiver 100% recuperado, retornarei para as atividades parlamentares. Algumas pausas são necessárias, porque é o que eu sempre digo como médico trabalhando em prol da saúde há mais de 40 anos: a saúde é o nosso bem maior”. 

Fonte: ALMT

Comentários Facebook

Politica MT

Projeto de lei institui a “hora do colinho” na saúde pública mato-grossense


O tempo de “colo” mostra melhoria de indicadores como tempo de sono e ganho de peso

Foto: Ronaldo Mazza / Secretaria de Comunicação Social

Dr. Gimenez explica que o mesmo projeto foi implantado com sucesso no estado da Paraíba

Foto: MARCOS LOPES / ALMT

O Projeto de Lei nº 990/2021, de autoria do deputado estadual Dr. Gimenez (PV), institui a “hora do colinho” na rede de saúde pública de Mato Grosso. O objetivo é oferecer acolhimento afetivo a bebês recém-nascidos órfãos ou que por algum motivo estejam privados da presença materna durante a hospitalização.  

Conforme o parlamentar, o projeto será implementado por meio do Protocolo Operacional Padrão (POP), oferecido pela equipe multiprofissional competente. Poderão participar profissionais treinados pelas unidades hospitalares cadastrados ao projeto.  

“Após tantos anos trabalhando com crianças, posso dizer que, sem sombra de dúvida, o amor cura, pois a resposta do bebê será muito positiva ao tratamento depois desse momento de relaxamento proporcionado pela equipe de profissionais. A humanização ajuda a diminuir o estresse e reduz as sensações de eventuais dores”.  

Leia Também:  Faissal volta a cobrar a reforma e manutenção da Rodovia MT-437

A orientação é que o governo estadual faça convênio com os municípios para a efetivação do POP, ampliando a abrangência para a rede municipal de saúde. Além de capacitação, essas unidades poderão criar uma sala específica, tecnicamente preparada e apta com ambiente silencioso, acolhedor e conforto para a recepção dos bebês recém-nascidos órfãos.

Os estabelecimentos de saúde que adotarem o projeto “hora do colinho” estarão autorizados a firmar convênios público-privados locais, nacionais ou internacionais de capacitação, treinamento, divulgação, publicidade e cooperação técnica pertinente ao uso do Protocolo.

Dr. Gimenez explica que Mato Grosso seria um dos pioneiros na implantação da proposta que vem sendo estudada pelo Ministério da Saúde para uso via Sistema Único de Saúde (SUS). “Muitas crianças ficaram órfãs durante a pandemia, o que nos sensibilizou muito e então veio a ideia de criar o projeto, afinal, a mão que cuida também é o colo que acalenta”.

Ele explica que o tempo de colo deve ser ajustado de acordo com a demanda do bebê. A técnica aprimora a respiração e promove a expansão da caixa torácica do recém-nascido, auxiliando o funcionamento do intestino e do estômago. 

Leia Também:  Comissão de Educação aprova projeto que reconhece interesse turístico Parque de Chapada dos Guimarães

“Nós avaliamos os dados preliminares da Maternidade Frei Damião, na Paraíba, onde esse projeto já foi implementado com muito sucesso e é realmente animador observar que de fato o tempo de “colo” mostra melhoria de indicadores como tempo de sono e ganho de peso, além da redução do refluxo e do tempo de internação”.  

Fonte: ALMT

Comentários Facebook
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA