APROSOJA

Encerramento do Circuito Aprosoja tem palestra com foco nas eleições de 2018

Fortalecimento Institucional

Encerramento do Circuito Aprosoja tem palestra com foco nas eleições de 2018

Economista Ricardo Amorim apresentou aos mais de 600 presentes os possíveis presidenciáveis e os cenários econômicos do país


Bruno Pini/Ascom Aprosoja

06/06/2018

Faltam pouco mais de quatro meses para as eleições de 2018 e, até o momento, o cenário de candidatos à Presidência da República é incerto. Ainda assim, mostrar os principais nomes e o que cada um deles pode representar à economia brasileira foi o cerne da palestra “O cenário político econômico do país – uma reflexão para os próximos quatro anos”, do economista Ricardo Amorim, durante o encerramento do Circuito Aprosoja na última segunda-feira (04). 
 
Amorim, um dos apresentadores do Manhattan Connection (Globo News) desde 2003, mostrou de forma bem humorada, por vezes irônica, nomes em um “jogo de cartas” contendo, por exemplo, Jair Bolsonaro, Luis Inácio Lula da Silva, Geraldo Alckmin, Álvaro Dias, Marina Silva, Joaquim Barbosa, Henrique Meirelles, e Ciro Gomes. O economista, no entanto, explicou que estas “cartas” ainda podem mudar no baralho da eleição deste ano. 
 
Também esteve no foco a crise durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff e os desafios econômicos que o próximo presidenciável enfrentará. “Teríamos vivido uma crise econômica mesmo sem a crise política que se instaurou. Além do mais, independente de qual for o presidente eleito para os próximos quatro anos, a reforma da previdência será um dos maiores desafios necessários à gestão”, disse. 
 
Sobre o Circuito Aprosoja, Amorim teceu elogios ao evento. “Eu acredito do fundo do coração que a única forma da gente ter bons resultados é tomando boas decisões. E só tem um jeito de tomar boas decisões: com boa informação. O que eu adoro, e não é a primeira vez que tenho oportunidade de participar do Circuito, é que ele faz exatamente isso, dissemina informações que são absolutamente fundamentais para o produtor poder tomar as decisões corretas e, por consequência, ter bons resultados. Porque é obvio que o produtor, na maior parte do tempo, está voltado para tudo que está acontecendo do lado de dentro da porteira, o que é fundamental, se ele não produz bem não vai acontecer nada. Mas se ele não entender o que acontece do lado de fora, que impacta diretamente no preço do que ele faz, pode haver excelentes trabalhos de produção sem os resultados que deveria”, explicou.  
 
Guardião das Águas – Também no evento, ocorreu o lançamento oficial do projeto Guardião das Águas, que visa orientar e apoiar o produtor rural na manutenção, preservação e restauro das nascentes. 
 
“Até o momento, o que pudemos confirmar é que o produtor rural de Mato Grosso é um dos maiores, senão o maior, conservacionista. Nós já temos os dados da Embrapa mostrando que 65% do território de Mato Grosso está conservado e, destes, 34% estão dentro das propriedades rurais. Agora, nosso papel é fazer o levantamento quantitativo e qualitativo das nascentes dentro dessas áreas. Até o momento, já foram localizadas mais de 800, por meio do projeto Guardião das Águas”, destaca o vice-presidente sul e coordenador da Comissão de Sustentabilidade da Aprosoja, Fernando Ferri. 
 
O Cultivador – Durante o encerramento do Circuito Aprosoja de 2018, o presidente da Aprosoja, Antonio Galvan, entregou ao agrônomo e entusiasta do trigo, Hortêncio Paro, o prêmio O Cultivador, na categoria Pesquisa e Inovação. Paro tem mais de 40 anos prestados para ao setor. “Sem conhecimento não existe qualquer possibilidade de desenvolvimento e não há conhecimento que chegue ao produtor sem a assistência técnica”, definiu.
 

Fonte: Ascom Aprosoja


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Soja mato-grossense será reconhecida como sustentável por meio de programa da Aprosoja

Fortalecimento Institucional

Soja mato-grossense será reconhecida como sustentável por meio de programa da Aprosoja

Em missão na Europa, comitiva aprova pontos para que Soja Plus seja certificador da procedência dos grãos do Estado


28/11/2018

Em breve, os produtores rurais de Mato Grosso que participam do programa Soja Plus serão reconhecidos formalmente pela Europa como sustentáveis. Em reunião em Bruxelas, na Bélgica, na última quarta (21), o benchmarking do Soja Plus foi aprovado junto à Federação Europeia dos Fabricantes de Rações (Fefac) fazendo com que ele possa ser submetido à plataforma ITC.

“Desta forma, conseguiremos com que o programa Soja Plus seja uma espécie de certificação de sustentabilidade da soja mato-grossense. É um passo importante para os agricultores do Estado, que produzem soja e milho obedecendo rigorosas leis ambientais e trabalhistas”, afirma Antonio Galvan, presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja).

Em janeiro de 2017, foi assinado em Lisboa (Portugal) um Memorando de Entendimento (MoU, na sigla em inglês) entre a Aprosoja, a Fefac, a Associação Brasileira de Indústria de Óleos Vegetais (Abiove), a Federação Europeia de Óleo Vegetal e Proteínas (Fediol) e a Iniciativa para Comércio Sustentável (IDH). O documento reconheceu o programa Soja Plus como o caminho mais adequado para se reconhecer que a soja mato-grossense é sustentável.

Durante a viagem à Europa, a comitiva brasileira também se reuniu com autoridades políticas da União Europeia. Houve reunião na Embaixada Brasileira em Bruxelas e também no Parlamento Europeu. O objetivo era apresentar aos europeus como a soja é produzida em Mato Grosso. No discurso, o presidente da Aprosoja pediu respeito ao Brasil e ao agricultor brasileiro.

“Aparentemente, sustentabilidade para os europeus é não desmatar, nem desflorestar. E o conceito é muito mais amplo. Deixamos claro que no Brasil trabalhamos com leis rígidas e seguimos o que está definido nelas. Na legislação brasileira, há a possiblidade de desmatamento legal e ainda há muitos estados novos que estão crescendo e precisarão desta área. Nós temos soberania”, frisou Galvan.

O representante da associação acredita que, muito além da sustentabilidade, o interesse da Europa é comercial. “As organizações não-governamentais (ONGs), fomentadas pelos grandes varejistas, levam uma informação distorcida do Brasil para a Europa e, com isso, fazem pressão para que os preços sejam interessantes para eles”, contou. Em outras duas reuniões, em Paris e em Berlim, o contato foi com representantes de indústria de reações, associados da Fefac.

Soja Plus – Desenvolvido em 2011, por iniciativa da Aprosoja, o Soja Plus tem por finalidade a melhoria contínua das condições sociais, de trabalho e ambiental nas fazendas produtoras de soja. Até hoje, foram realizados 240 cursos da Norma Regulamentadora 31, que trata da qualidade de vida no trabalho, e é o pontapé inicial para a entrada no Soja Plus. Até o final do ano de 2018, serão mais de 3600 pessoas capacitadas. São mais de 1200 propriedades que fazem parte do Soja Plus em Mato Grosso.

Participaram da missão na Europa também o vice-presidente da Aprosoja, Fernando Cadore, o delegado por Sorriso, Thiago Stefanello, o diretor executivo, Wellington Andrade, a gerente de Sustentabilidade, Marlene Lima, o senador José Medeiros, o consultor técnico, Wanderlei Dias Guerra, e o diretor geral do Serviço Florestal Brasileiro, Raimundo Deusdara Filho.

 

Fonte: Ascom Aprosoja


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