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Faissal questiona local de construção de ponte entre Canabrava do Norte e São Felix do Araguaia.


Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Faissal Calil (PV) apresentou, na sessão de quarta-feira (15), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), um requerimento de informações n. 492/2021 junto à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) sobre a situação da obra de construção de uma ponte entre os municípios de Canabrava do Norte e São Felix do Araguaia.

A ponte está sendo construída sobre o rio Comandante Fontoura, na MT-109, rodovia localizada na região do Araguaia. O deputado foi informado que a obra pode estar sendo executada com algumas supostas irregularidades, como por exemplo, o próprio local, pois estaria embaixo de uma linha de transmissão de energia elétrica de alta tensão.

“Recebemos um vídeo apontando que a ponte está sendo construída debaixo de uma linha de transmissão de energia elétrica. Por conta disso, pedi este requerimento, pois quero saber mais sobre o projeto, sua execução e se isso está certo ou errado. Precisamos ter ciência se será preciso refazer algo e se está ou não no contrato de execução esta questão. Precisamos saber a fundo os detalhes”, afirmou.

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Faissal avalia que o requerimento de informações é de extrema importância, tendo em vista que, se existiram falhas no projeto, no planejamento ou até mesmo na execução da construção da ponte, é necessária a apuração da responsabilidade, por conta de possíveis prejuízos ao erário que estes erros podem ocasionar.

Fonte: ALMT

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Projeto de lei institui a “hora do colinho” na saúde pública mato-grossense


O tempo de “colo” mostra melhoria de indicadores como tempo de sono e ganho de peso

Foto: Ronaldo Mazza / Secretaria de Comunicação Social

Dr. Gimenez explica que o mesmo projeto foi implantado com sucesso no estado da Paraíba

Foto: MARCOS LOPES / ALMT

O Projeto de Lei nº 990/2021, de autoria do deputado estadual Dr. Gimenez (PV), institui a “hora do colinho” na rede de saúde pública de Mato Grosso. O objetivo é oferecer acolhimento afetivo a bebês recém-nascidos órfãos ou que por algum motivo estejam privados da presença materna durante a hospitalização.  

Conforme o parlamentar, o projeto será implementado por meio do Protocolo Operacional Padrão (POP), oferecido pela equipe multiprofissional competente. Poderão participar profissionais treinados pelas unidades hospitalares cadastrados ao projeto.  

“Após tantos anos trabalhando com crianças, posso dizer que, sem sombra de dúvida, o amor cura, pois a resposta do bebê será muito positiva ao tratamento depois desse momento de relaxamento proporcionado pela equipe de profissionais. A humanização ajuda a diminuir o estresse e reduz as sensações de eventuais dores”.  

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A orientação é que o governo estadual faça convênio com os municípios para a efetivação do POP, ampliando a abrangência para a rede municipal de saúde. Além de capacitação, essas unidades poderão criar uma sala específica, tecnicamente preparada e apta com ambiente silencioso, acolhedor e conforto para a recepção dos bebês recém-nascidos órfãos.

Os estabelecimentos de saúde que adotarem o projeto “hora do colinho” estarão autorizados a firmar convênios público-privados locais, nacionais ou internacionais de capacitação, treinamento, divulgação, publicidade e cooperação técnica pertinente ao uso do Protocolo.

Dr. Gimenez explica que Mato Grosso seria um dos pioneiros na implantação da proposta que vem sendo estudada pelo Ministério da Saúde para uso via Sistema Único de Saúde (SUS). “Muitas crianças ficaram órfãs durante a pandemia, o que nos sensibilizou muito e então veio a ideia de criar o projeto, afinal, a mão que cuida também é o colo que acalenta”.

Ele explica que o tempo de colo deve ser ajustado de acordo com a demanda do bebê. A técnica aprimora a respiração e promove a expansão da caixa torácica do recém-nascido, auxiliando o funcionamento do intestino e do estômago. 

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“Nós avaliamos os dados preliminares da Maternidade Frei Damião, na Paraíba, onde esse projeto já foi implementado com muito sucesso e é realmente animador observar que de fato o tempo de “colo” mostra melhoria de indicadores como tempo de sono e ganho de peso, além da redução do refluxo e do tempo de internação”.  

Fonte: ALMT

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