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HF BRASIL/CEPEA: Sete novas oportunidades para incrementar seu negócio

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Cepea, 10/04/2018 – Na edição deste mês, a revista Hortifruti Brasil, do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, traz importantes informações, como dinâmica de produção, os principais desafios e as oportunidades, de sete culturas que ainda não fazem parte do portfólio de levantamento diário, mas que têm grande relevância econômica. São elas: abóbora (incluindo a moranga), abobrinha, beterraba, caqui, coco, pepino e pêssego.

 

Desde o lançamento da Hortifruti Brasil, em 2002, a equipe busca ampliar as culturas abordadas em suas pesquisas. Atualmente, com 13 frutas e hortaliças acompanhadas, a equipe analisa quase que diariamente o equivalente a 66% do volume total de HF’s comercializado nas ceasas do Brasil em 2017 (tomou-se como base os dados do Programa de Modernização do Mercado Hortifrutigranjeiro, Prohort).

 

Na edição de setembro de 2017, nove culturas ainda não acompanhadas pela Hortifruti Brasil (abacate, abacaxi, alho, batata-doce, goiaba, maracujá, morango, pimentão e repolho) foram abordadas pela equipe. Essas culturas somadas com as já analisadas pela Hortifruti Brasil representam 79% do volume total de frutas e hortaliças comercializadas nas centrais de abastecimento nacionais.

 

Agora, com esta edição de abril que trouxe dados de outras sete culturas, quase 87% do volume de HF’s comercializado nas ceasas nacionais já tiveram espaço nas páginas da HF Brasil!

 

As culturas desta edição e as analisadas em setembro passado são frutas e hortaliças com poucas informações agronômicas e econômicas disponíveis. Por isso, a equipe da revista entrevistou produtores e comerciantes destas culturas, com o objetivo de entender a dinâmica da produção e, sobretudo, os principais desafios e oportunidades de cada segmento.

 

Clique aqui para acessar a revista completa!

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre as pesquisas do Cepea a respeito do mercado de hortifrutícolas aqui e por meio do Laboratório de Informação do Cepea com a pesquisadora Margarete Boteon: (19) 3429-8836 / 8837 ou cepea@usp.br  

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LEITE/CEPEA: Oferta limitada segue impulsionando cotações ao produtor

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Cepea, 29/06/2018 – Os preços do leite ao produtor em junho (referentes à captação de maio) registraram a quinta alta consecutiva, impulsionados pela menor oferta. De acordo com pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o valor líquido se elevou em 3,3% frente ao mês anterior, chegando a R$ 1,296/litro “Média Brasil” (inclui BA, GO, MG, SP, PR, SC e RS). Considerando-se o acumulado deste primeiro semestre, a alta é de 28%.

 

O aumento dos preços em junho foi inferior aos registrados nos meses anteriores – em abril e maio, por exemplo, a valorização do leite superou os 7%. Isso ocorreu porque, em maio, quando ocorreu a captação do leite no campo, agentes da indústria relatavam dificuldades em fazer o repasse da valorização da matéria-prima aos derivados, alegando demanda enfraquecida. Com negociações truncadas, a necessidade de realizar promoções freou a valorização do leite spot e também dos derivados, em especial do UHT, fator que limitou a elevação dos preços ao produtor em junho.

 

No entanto, a oferta limitada tem pesado mais que a demanda no processo de formação de preços no campo, ditando a dinâmica do mercado lácteo neste ano. O setor sofre com as consequências dos baixos preços praticados no segundo semestre de 2017, que desestimulou produtores a investirem na atividade. Além disso, com o avanço da entressafra e o aumento dos preços dos grãos entre abril e maio deste ano, a produção foi prejudicada, elevando a competição entre indústrias para assegurar o fornecimento de matéria-prima.

 

Para completar, a greve dos caminhoneiros no final de maio e a consequente interrupção do transporte de leite aos laticínios agravou ainda mais esse cenário. O Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-L) recuou expressivos 14,4% de abril para maio, acumulando queda de 24,1% no ano. Paraná e Minas Gerais foram os estados com maior redução do volume captado, em 20,6% e em 15,1%. O resultado, atípico, esteve atrelado ao grande volume descartado de leite ainda nas propriedades.

 

No correr de junho, os laticínios e canais de distribuição enfrentaram a situação conjunta de esvaziamento de estoques. Como consequência, os preços dos derivados se elevaram consideravelmente. O longa-vida, termômetro para o setor, se valorizou quase 30% na primeira quinzena de junho. Na segunda metade do mês, a valorização foi menos intensa, de 5,8%.

 

Para julho, por sua vez, a competição das empresas em junho para compra do leite com o objetivo de recompor estoques deve sustentar a alta dos preços ao produtor. A alta no próximo mês, inclusive, pode superar a verificada em junho.

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado lácteo aqui e por meio da Comunicação do Cepea, com a pesquisadora Natália Grigol e Prof. Dr. Sergio De Zen: (19) 3429 8836 / 8837 e cepea@usp.br.

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