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Obra Kolping de Rondonópolis recebe emenda para placas solares


Foto: SAMANTHA DOS ANJOS / Assessoria de Gabinete

O presidente da Obra Kolping de Mato Grosso, padre Aladim Leodines Loureiro, informou, nessa segunda-feira (13), que recebeu o valor de R$ 90 mil que foi destinado pelo deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), por meio de emenda parlamentar. A verba será utilizada para a aquisição de placas solares no atendimento da unidade sediada na cidade de Rondonópolis.

O parlamentar por entender a importância da atuação da entidade filantrópica e sem fins lucrativos, com existência há mais de 40 anos, na busca de promover ações sociais em benefício da população, se sensibilizou pelo pedido feito pelo pároco. “Ele nos fez essa solicitação em abril do ano passado e nos apontou a necessidade das placas solares para a continuidade na prestação dos trabalhos à comunidade rondonopolitana, cujo o foco é de cunho social, profissional, cultural e religioso. A entidade desenvolve importantes ações de forma gratuita, sendo que já atenderam mais de 3.500 pessoas. E agora, essas placas vão gerar uma economia importante à instituição que não dispõe de recursos próprios e depende de doações e destinação de recursos”, declara o parlamentar.

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“Agradeço imensamente ao empenho do deputado Claudinei para contarmos com a energia solar para reduzir os custos de energia elétrica em nossa instituição. Isso vai melhorar os nossos atendimentos, trazendo qualidade de vida aos nossos atendidos e sustentabilidade à nossa entidade. Muito obrigado!”, posicionou Aladim.

Obra Kolping – A instituição desenvolve trabalho para população carente com a promoção de cursos de capacitação e profissionalizantes para população carente. O público tem a oportunidade de se aperfeiçoar nas áreas de confeitaria, artesanato, técnicas de vendas, rotinas administrativas, cabeleireiro, informática, salgados, entre outros.

 A Obra Kolping foi oficialmente fundada no dia 6 de maio de 1849, em Colônia, na Alemanha. A primeira entidade no Brasil surgiu em São Paulo, em 1923 – sendo que em Mato Grosso, as atividades iniciaram em Juscimeira, no ano de 1978.

Além de atender Rondonópolis, na Vila Operária, também possui unidades em outros municípios mato-grossenses como Sinop, Cuiabá, Várzea Grande, Campo Verde, Juscimeira, Pedra Preta e São José do Povo.

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Fonte: ALMT

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Projeto de lei institui a “hora do colinho” na saúde pública mato-grossense


O tempo de “colo” mostra melhoria de indicadores como tempo de sono e ganho de peso

Foto: Ronaldo Mazza / Secretaria de Comunicação Social

Dr. Gimenez explica que o mesmo projeto foi implantado com sucesso no estado da Paraíba

Foto: MARCOS LOPES / ALMT

O Projeto de Lei nº 990/2021, de autoria do deputado estadual Dr. Gimenez (PV), institui a “hora do colinho” na rede de saúde pública de Mato Grosso. O objetivo é oferecer acolhimento afetivo a bebês recém-nascidos órfãos ou que por algum motivo estejam privados da presença materna durante a hospitalização.  

Conforme o parlamentar, o projeto será implementado por meio do Protocolo Operacional Padrão (POP), oferecido pela equipe multiprofissional competente. Poderão participar profissionais treinados pelas unidades hospitalares cadastrados ao projeto.  

“Após tantos anos trabalhando com crianças, posso dizer que, sem sombra de dúvida, o amor cura, pois a resposta do bebê será muito positiva ao tratamento depois desse momento de relaxamento proporcionado pela equipe de profissionais. A humanização ajuda a diminuir o estresse e reduz as sensações de eventuais dores”.  

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A orientação é que o governo estadual faça convênio com os municípios para a efetivação do POP, ampliando a abrangência para a rede municipal de saúde. Além de capacitação, essas unidades poderão criar uma sala específica, tecnicamente preparada e apta com ambiente silencioso, acolhedor e conforto para a recepção dos bebês recém-nascidos órfãos.

Os estabelecimentos de saúde que adotarem o projeto “hora do colinho” estarão autorizados a firmar convênios público-privados locais, nacionais ou internacionais de capacitação, treinamento, divulgação, publicidade e cooperação técnica pertinente ao uso do Protocolo.

Dr. Gimenez explica que Mato Grosso seria um dos pioneiros na implantação da proposta que vem sendo estudada pelo Ministério da Saúde para uso via Sistema Único de Saúde (SUS). “Muitas crianças ficaram órfãs durante a pandemia, o que nos sensibilizou muito e então veio a ideia de criar o projeto, afinal, a mão que cuida também é o colo que acalenta”.

Ele explica que o tempo de colo deve ser ajustado de acordo com a demanda do bebê. A técnica aprimora a respiração e promove a expansão da caixa torácica do recém-nascido, auxiliando o funcionamento do intestino e do estômago. 

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“Nós avaliamos os dados preliminares da Maternidade Frei Damião, na Paraíba, onde esse projeto já foi implementado com muito sucesso e é realmente animador observar que de fato o tempo de “colo” mostra melhoria de indicadores como tempo de sono e ganho de peso, além da redução do refluxo e do tempo de internação”.  

Fonte: ALMT

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