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Papua-Nova Guiné vai bloquear acesso da população ao Facebook por um mês

Brasil Econômico


CEO do Facebook, Mark Zuckerberg não deve ter ficado muito feliz de saber da decisão do governo de Papua Nova Guiné de bloquear o acesso da população à rede
Reprodução/Facebook

CEO do Facebook, Mark Zuckerberg não deve ter ficado muito feliz de saber da decisão do governo de Papua Nova Guiné de bloquear o acesso da população à rede

O governo de Papua-Nova Guiné
anunciou nesta quarta-feira (30) que pretende bloquear o acesso
da população em todo país ao Facebook
durante um mês. A decisão, polêmica e curiosa, foi tomada com a intenção de entender o comportamento dos usuários da rede, conter a propagação das ” fake news
” e ajudar a educar a população com acesso à internet.

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Segundo o ministro da Comunicação, Sam Basil, “este período vai permitir que sejam identificadas informações e perfis falsos, e usuários que divulgam conteúdo pornográfico ou pedófilo. Todos eles serão filtrados e removidos.” O ministro também esperar que “isso vai fazer com que as pessoas com identidades verdadeiras tenham mais responsabilidade em usar as redes sociais.”

Ainda de acordo com Sam Basil, o crescimento constante das redes sociais sempre impediu o governo de ter tempo para “refletir sobre as vantagens e desvantagens do Facebook e para educar a população”. A declaração dá sinais de que o governo aproveitou uma relativa vulnerabilidade da rede social para aprovar a medida. O ministro chegou a citar o escândalo da Cambridge Analytica e deixou em aberto a possibilidade de “criar uma rede social própria”.

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Polêmica internacional


Mark Zuckerberg não vive seu melhor momento a frente do Facebook. Recentemente empresa já foi acusada de vazamento de dados, proliferação de fake news e até de interferir em eleições
Divulgação

Mark Zuckerberg não vive seu melhor momento a frente do Facebook. Recentemente empresa já foi acusada de vazamento de dados, proliferação de fake news e até de interferir em eleições

A decisão de banir o Facebook está amparada pela Lei de Crimes Cibernéticos aprovada ainda em 2016 no país, mas causou polêmica internacionalmente. Há o temor de que a decisão do governo da ilha inspire novas medidas desse tipo em outros países. Vale dizer que na China, o Facebook já é bloqueado por motivo de censura.

Mas enquanto a população da China ultrapassa 1 bilhão de pessoas e representa uma fatia considerável da população mundial que o Facebook
não pode atingir, a Papua-Nova Guiné tem apenas oito milhões de pessoas, mas menos de 15% delas têm acesso à internet.

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Brasil

WhatsApp lança recursos premium para atrair empresas

O WhatsApp anunciou o lançamento de novas bibliotecas de funcionalidades, conhecidas como APIs, baseadas em serviços de nuvem – quando o processamento dos aplicativos é feito em tempo real por servidores e enviado via internet para o usuário – com foco específico no uso empresarial do aplicativo. A novidade foi apresentada pelo presidente-executivo da Meta, antiga Facebook e dona do WhatsApp, Mark Zuckerberg.

A rede social de troca de mensagens instantâneas tem atraído cada vez mais usuários corporativos, e tem lançado diversas atualizações que visam aprimorar a relação entre clientes e empresas, como a possibilidade de transferir dinheiro dentro da própria plataforma.

Zuckerberg disse que a oferta significa que “qualquer empresa ou desenvolvedor pode acessar facilmente nosso serviço, projetar diretamente no WhatsApp para personalizar sua experiência e acelerar o tempo de resposta aos clientes usando nosso seguro WhatsApp Cloud API hospedada pela Meta.”

A Meta, que comprou o WhatsApp por 19 bilhões de dólares em 2014, disse que as empresas não poderão enviar mensagens para as pessoas no WhatsApp, exceto se elas pedirem para ser contatadas.

Fonte: Agência Brasil | Foto: Freepik

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