Polícia Federal

PF apreendem cigarros contrabandeados no Rio Paraná

Foz do Iguaçu/PR – Na madrugada desta sexta-feira (14/12), policiais federais e membros da Força Nacional realizavam rotineiro patrulhamento embarcado na região do bairro Porto Belo, na área urbana desta cidade, quando visualizaram uma embarcação clandestina, que vinha da margem paraguaia para o lado brasileiro do rio Paraná. Percebendo a aproximação policial, o piloto e várias pessoas que aguardavam a embarcação na margem se evadiram, aproveitando-se da escuridão e da vegetação, não tendo sido possível sair em sua perseguição. O barco estava carregado com diversos volumes contendo cigarros e eletrônicos.

Durante o procedimento de reboque e retirada do barco do local, a equipe policial foi alvo de disparos de arma de fogo, oriundos da margem paraguaia, obrigando os policiais a reagirem fazendo cessar a injusta agressão.

Todo o material apreendido foi encaminhado à Receita Federal para as medidas de praxe.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu

Contato: (45) 3576-5515

 

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Destaque

PF e Febraban deflagram ação contra quem cede contas para golpistas

Com a ajuda da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Polícia Federal deflagrou hoje (2), em 13 estados e no Distrito Federal, a operação Não Seja um Laranja!

A finalidade é apreender bens de pessoas que cederam contas pessoais para receber recursos desviados de golpes e fraudes contra clientes bancários.

Segundo a Febraban, é a primeira vez que é feita uma operação de caráter nacional para coibir esse tipo de crime. A entidade acrescenta que as ações terão continuidade, e que elas decorrem do “Convênio Tentáculos”, um acordo de cooperação técnica assinado em 2017 pelas duas instituições, visando o combate a fraudes bancárias eletrônicas.

Crimes

“Entre as ações criminosas que serão punidas com a lei estão as fraudes através de transações digitais, além de golpes, como o da clonagem do WhatsApp, do falso funcionário de banco (quando o fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário de uma instituição financeira), e os golpes de phishing (quando criminosos tentam obter dados pessoais do usuário através de mensagens e e-mails falsos que o induzem a clicar em links suspeitos)”, explicou a federação.

A legislação brasileira prevê punições para casos de fraudes e golpes cometidos em meios eletrônicos, com penas agravadas para situações como invasão de dispositivo, furto qualificado e estelionato praticados em meio digital, “além de crimes cometidos com o uso de informação fornecida por alguém induzido ao erro pelas redes sociais, contatos telefônicos, mensagem ou e-mail fraudulento”, finalizou, em nota, a Febraban.

Segundo a Polícia Federal, as fraudes bancárias eletrônicas investigadas somam R$ 18,2 milhões. Ao todo, 43 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

“Nos últimos anos, a Polícia Federal detectou um aumento considerável da participação consciente de pessoas físicas em esquemas criminosos, para os quais emprestam suas contas bancárias, mediante pagamento. Este lucro fácil, com a cessão das contas para receber transações fraudulentas, possibilita a ocorrência de fraudes bancárias eletrônicas que vitimam inúmeros cidadãos”, explicou a PF.

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