Polícia Federal

PF combate comércio ilegal de armas de fogo no Amapá

Macapá/AP – A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (21/12) a Operação Stone*, para desarticular grupo criminoso que atua na comercialização de armas de fogo de grosso calibre em Macapá/AP.

A ação foi desencadeada com o apoio do Batalhão de Operações Especiais (BOPE-AP) e deu cumprimento a três mandados de busca e apreensão nos bairros de São Lázaro e Jardim Felicidade.

Durante as buscas, foi necessária a utilização de mergulhador da Polícia Federal para averiguar uma piscina com baixa visibilidade, que poderia servir de esconderijo para drogas.

Foram arrecadados materiais utilizados no tráfico de drogas, como balança de precisão, certa quantidade de substância entorpecente e o valor em espécie de R$ 3 mil.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de guarda de materiais destinados à fabricação de drogas, comércio ilegal de arma de fogo e associação criminosa armada. Se condenados, poderão cumprir pena de até 22 anos de reclusão.

*O nome da Operação é uma referência a Eugene Morrison Stone, um designer americano de armas de fogo que é mais associado com o desenvolvimento do rifle AR-15, adotado pelos militares americanos como M16.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá

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PF e Febraban deflagram ação contra quem cede contas para golpistas

Com a ajuda da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Polícia Federal deflagrou hoje (2), em 13 estados e no Distrito Federal, a operação Não Seja um Laranja!

A finalidade é apreender bens de pessoas que cederam contas pessoais para receber recursos desviados de golpes e fraudes contra clientes bancários.

Segundo a Febraban, é a primeira vez que é feita uma operação de caráter nacional para coibir esse tipo de crime. A entidade acrescenta que as ações terão continuidade, e que elas decorrem do “Convênio Tentáculos”, um acordo de cooperação técnica assinado em 2017 pelas duas instituições, visando o combate a fraudes bancárias eletrônicas.

Crimes

“Entre as ações criminosas que serão punidas com a lei estão as fraudes através de transações digitais, além de golpes, como o da clonagem do WhatsApp, do falso funcionário de banco (quando o fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário de uma instituição financeira), e os golpes de phishing (quando criminosos tentam obter dados pessoais do usuário através de mensagens e e-mails falsos que o induzem a clicar em links suspeitos)”, explicou a federação.

A legislação brasileira prevê punições para casos de fraudes e golpes cometidos em meios eletrônicos, com penas agravadas para situações como invasão de dispositivo, furto qualificado e estelionato praticados em meio digital, “além de crimes cometidos com o uso de informação fornecida por alguém induzido ao erro pelas redes sociais, contatos telefônicos, mensagem ou e-mail fraudulento”, finalizou, em nota, a Febraban.

Segundo a Polícia Federal, as fraudes bancárias eletrônicas investigadas somam R$ 18,2 milhões. Ao todo, 43 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

“Nos últimos anos, a Polícia Federal detectou um aumento considerável da participação consciente de pessoas físicas em esquemas criminosos, para os quais emprestam suas contas bancárias, mediante pagamento. Este lucro fácil, com a cessão das contas para receber transações fraudulentas, possibilita a ocorrência de fraudes bancárias eletrônicas que vitimam inúmeros cidadãos”, explicou a PF.

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