Polícia Federal

PF deflagra Operação Gramham Bell para combater crimes eleitorais no Cariri

Juazeiro do Norte/CE – A Polícia Federal, com apoio da Controladoria Geral da União-CGU e da Justiça Eleitoral, deflagrou na manhã desta quinta-feira (20/12) a Operação Gramham Bell, segunda fase da Operação Voto Livre, que apura denúncia de coação grave sobre servidores públicos para votarem e participarem ativamente na campanha eleitoral do um candidato ao cargo de Deputado Federal.

Cerca de 78 policiais federais e oito servidores da CGU cumpriram 17 mandados de Busca e Apreensão nas cidades de Juazeiro do Norte, Barbalha, Crato, Viçosa do Ceará e em Fortaleza.

Através da análise de dados extraídos dos telefones e computadores apreendidos na 1º fase, Operação Voto Livre, comprovou-se a prática de vários crimes eleitorais, entre eles desvio de verbas Públicas para caixa 2 e outros conexos, para garantir a eleição do candidato.

As buscas, expedidas pela Justiça Eleitoral, foram realizadas na prefeitura e na secretaria de Meio-ambiente de Juazeiro do Norte, na residência de secretários do município, de empresários, funcionários públicos, empresas e fundações.

Os envolvidos responderão, na medida de suas participações, pelos crimes eleitorais e de desvio de verbas públicas.

Será realizada coletiva de imprensa às 11h, desta quarta-feira (20/12), na Delegacia de Polícia Federal em Juazeiro do Norte.


Comunicação Social da Polícia Federal em Juazeiro do Norte Ceará
Contato: (88) 3311-3232

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Destaque

PF e Febraban deflagram ação contra quem cede contas para golpistas

Com a ajuda da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Polícia Federal deflagrou hoje (2), em 13 estados e no Distrito Federal, a operação Não Seja um Laranja!

A finalidade é apreender bens de pessoas que cederam contas pessoais para receber recursos desviados de golpes e fraudes contra clientes bancários.

Segundo a Febraban, é a primeira vez que é feita uma operação de caráter nacional para coibir esse tipo de crime. A entidade acrescenta que as ações terão continuidade, e que elas decorrem do “Convênio Tentáculos”, um acordo de cooperação técnica assinado em 2017 pelas duas instituições, visando o combate a fraudes bancárias eletrônicas.

Crimes

“Entre as ações criminosas que serão punidas com a lei estão as fraudes através de transações digitais, além de golpes, como o da clonagem do WhatsApp, do falso funcionário de banco (quando o fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário de uma instituição financeira), e os golpes de phishing (quando criminosos tentam obter dados pessoais do usuário através de mensagens e e-mails falsos que o induzem a clicar em links suspeitos)”, explicou a federação.

A legislação brasileira prevê punições para casos de fraudes e golpes cometidos em meios eletrônicos, com penas agravadas para situações como invasão de dispositivo, furto qualificado e estelionato praticados em meio digital, “além de crimes cometidos com o uso de informação fornecida por alguém induzido ao erro pelas redes sociais, contatos telefônicos, mensagem ou e-mail fraudulento”, finalizou, em nota, a Febraban.

Segundo a Polícia Federal, as fraudes bancárias eletrônicas investigadas somam R$ 18,2 milhões. Ao todo, 43 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

“Nos últimos anos, a Polícia Federal detectou um aumento considerável da participação consciente de pessoas físicas em esquemas criminosos, para os quais emprestam suas contas bancárias, mediante pagamento. Este lucro fácil, com a cessão das contas para receber transações fraudulentas, possibilita a ocorrência de fraudes bancárias eletrônicas que vitimam inúmeros cidadãos”, explicou a PF.

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