Polícia Federal

PF encerra Operação Pelegrino com mais de 30 prisões por tráfico de drogas

Guarulhos/SP – A Polícia Federal realizou, entre os dias 4 e 17 de dezembro, a Operação Falcão Peregrino no Aeroporto Internacional de São Paulo, que resultou na prisão de uma grande quantidade de passageiros de voos nacionais e internacionais por tráfico de drogas e apreendeu um volume superior de drogas ao esperado para o período.

Equipes de policiais federais, especializadas no combate ao tráfico de drogas, provenientes de diversos estados, atuaram em conjunto com as equipes da delegacia da PF no Aeroporto Internacional de São Paulo, com o objetivo de realizar interdição de drogas. A utilização de técnicas para identificação de perfis suspeitos, resultou na prisão de 32 passageiros que tentaram embarcar com 170 quilos de drogas das mais diversas maneiras. Dos presos, 17 são homens e 15 mulheres, sendo que 100% das apreensões foram de cocaína.

As apreensões de drogas ilícitas em 2018, pela PF no Aeroporto Internacional, já são as maiores dos últimos sete anos. Os principais destinos das substâncias ilícitas apreendidas eram países do continente africano, principalmente Etiópia, 25%, e África do Sul, 11%, seguidos pelos países europeus Portugal, 11,3%, e Espanha, 7%.

O nome da Operação se dá em razão do reforço policial proveniente de diversos Estados da União.

Fotos, vídeos e dados estatísticos estão disponíveis para download por meio do link: https://drive.google.com/open?id=1KBTFJfpGMLBxp8l5spqlQACyv5qYdxmr

Comunicação Social

Delegacia Especial no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos

Superintendência da Polícia Federal em São Paulo

Tel: (11) 2445-2212

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Destaque

PF e Febraban deflagram ação contra quem cede contas para golpistas

Com a ajuda da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Polícia Federal deflagrou hoje (2), em 13 estados e no Distrito Federal, a operação Não Seja um Laranja!

A finalidade é apreender bens de pessoas que cederam contas pessoais para receber recursos desviados de golpes e fraudes contra clientes bancários.

Segundo a Febraban, é a primeira vez que é feita uma operação de caráter nacional para coibir esse tipo de crime. A entidade acrescenta que as ações terão continuidade, e que elas decorrem do “Convênio Tentáculos”, um acordo de cooperação técnica assinado em 2017 pelas duas instituições, visando o combate a fraudes bancárias eletrônicas.

Crimes

“Entre as ações criminosas que serão punidas com a lei estão as fraudes através de transações digitais, além de golpes, como o da clonagem do WhatsApp, do falso funcionário de banco (quando o fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário de uma instituição financeira), e os golpes de phishing (quando criminosos tentam obter dados pessoais do usuário através de mensagens e e-mails falsos que o induzem a clicar em links suspeitos)”, explicou a federação.

A legislação brasileira prevê punições para casos de fraudes e golpes cometidos em meios eletrônicos, com penas agravadas para situações como invasão de dispositivo, furto qualificado e estelionato praticados em meio digital, “além de crimes cometidos com o uso de informação fornecida por alguém induzido ao erro pelas redes sociais, contatos telefônicos, mensagem ou e-mail fraudulento”, finalizou, em nota, a Febraban.

Segundo a Polícia Federal, as fraudes bancárias eletrônicas investigadas somam R$ 18,2 milhões. Ao todo, 43 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

“Nos últimos anos, a Polícia Federal detectou um aumento considerável da participação consciente de pessoas físicas em esquemas criminosos, para os quais emprestam suas contas bancárias, mediante pagamento. Este lucro fácil, com a cessão das contas para receber transações fraudulentas, possibilita a ocorrência de fraudes bancárias eletrônicas que vitimam inúmeros cidadãos”, explicou a PF.

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