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Polícia Civil prende militares investigados por homicídio de empresário

Dois policiais militares foram presos nesta quarta-feira (20.10) pela Delegacia da Polícia Civil de Guarantã do Norte, investigados como executores do homicídio do empresário Gilberto de Oliveira Couto, 46 anos.

A equipe da Polícia Civil também cumpriu mandados de busca e apreensão contra os alvos investigados dentro da Operação Mártir, deflagrada pela Delegacia de Guarantã do Norte dentro do inquérito que apura o homicídio do empresário.

Os policiais militares foram presos na cidade de Sinop, sendo encaminhada a comunicação sobre o cumprimento dos mandados à comarca local. Os dois foram entregues à custódia da Polícia Militar.

De acordo com o delegado de Guarantã do Norte, Victor Hugo Caetano de Freitas, as investigações contaram com intenso trabalho de campo das equipes e de inteligência e há elementos de informação contundentes que ligam os investigados ao homicídio. Em depoimento, os policiais negaram o ocorrido, mas caíram em contradições algumas vezes.

Crime e prisões

Gilberto Couto foi morto na manhã de 25 de maio deste ano, em frente a sua residência, no bairro Jardim Vitória, em Guarantã do Norte. A vítima apresentava ferimentos de arma de fogo nas costas e cabeça.

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No final de maio, a equipe da Delegacia de Guarantã do Norte cumpriu a prisão de três pessoas também investigadas por envolvimento no homicídio, entre elas a ex-esposa do empresário, o namorado dela e o filho da vítima. Os três foram presos temporariamente e são apontados como mandantes do crime de homicídio, qualificado pelo motivo torpe.

Conforme a investigação da Polícia Civil, o crime foi motivado por questões patrimoniais, relacionadas a divisões de bens.

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Brasil

Decreto cria verbas para pagar Auxílio Brasil de R$ 400 em dezembro

A edição extra do Diário Oficial da União (DOU) de terça-feira (7) trouxe o texto da medida provisória (MP) 1.076 de 2021, que antecipa o pagamento do novo valor do Auxílio Brasil – programa social de distribuição de renda que substitui o antigo Bolsa Família.

O instrumento cria um benefício extraordinário que complementa as parcelas já previstas do Auxílio Brasil para o valor de R$ 400 divulgado pelo governo. A manobra ocorre devido à necessidade de promulgação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios, que deverá ser fatiada e que possibilitará a alocação de recursos para o pagamento integral do Auxílio Brasil.

Segundo o calendário de pagamentos já divulgado pela Caixa, os créditos relativos à parcela de dezembro do Auxílio Brasil serão recebidos a partir da próxima sexta-feira (10).

Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro comentou sobre a PEC dos Precatórios e afirmou que o instrumento não é “calote”, mas uma forma viável de realocar dívidas em prol de uma revisão justa de benefícios sociais.

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“[A PEC dos Precatórios] não é um calote, muito pelo contrário. É uma renegociação, um alongamento de dívida para quem tinha mais de R$ 600 mil para receber do governo. É isso que nos permite um saldo, um espaço, para potencializar com justiça o programa”, disse o presidente durante a cerimônia de assinatura da concessão de frequências do 5G no Palácio do Planalto.

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