Polícia Federal

Polícia Federal deflagra Operação Refúgio contra o tráfico de drogas

São Paulo/SP – A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (18) a Operação Refúgio para desarticular uma organização criminosa internacional especializada no tráfico de drogas. A PF cumpre 13 mandados de prisão temporária e 12 mandados de busca e apreensão. Até o momento, cinco pessoas foram presas.

Os mandados judiciais estão sendo cumpridos no estado de São Paulo, na capital, em Guarulhos e Itapevi e também nas cidades de Extrema, em Minas Gerais e Itajaí, em Santa Catarina.  Todos os mandados foram expedidos, a pedido da PF, pela 7ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

O inquérito policial se iniciou em abril deste ano, a partir de uma cooperação policial internacional com a Agência Antidrogas Norte-americana sobre a atividade de um grupo de sérvios que estaria enviando drogas para a Europa, a partir do Porto de Santos. As investigações da PF apontam que o grupo estaria ligado a um grande narcotraficante sérvio e articulava a compra de cocaína a partir da cidade de São Paulo/SP e promovia a remessa da droga à Europa pela via marítima, utilizando os portos de Santos/SP e Navegantes/SC.

Os investigados presos nesta data serão indiciados e responderão pelos crimes de tráfico de drogas e associação internacional para o tráfico de drogas, com penas de 3 a 15 anos de prisão.

A operação tem esse nome em razão de um dos alvos ter pedido permanência no Brasil com pedido de refúgio, utilizando-se de documentos falsos.

Aos interessados, haverá atendimento à imprensa, mediante agendamento, no Setor de Comunicação Social da Superintendência Regional de São Paulo, na Rua Hugo D’antola, 95, térreo, Lapa de Baixo.

 

Setor de Comunicação Social

Tel.: (11) 3538-5013 / (11) 99464-6626

Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo

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Destaque

PF e Febraban deflagram ação contra quem cede contas para golpistas

Com a ajuda da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Polícia Federal deflagrou hoje (2), em 13 estados e no Distrito Federal, a operação Não Seja um Laranja!

A finalidade é apreender bens de pessoas que cederam contas pessoais para receber recursos desviados de golpes e fraudes contra clientes bancários.

Segundo a Febraban, é a primeira vez que é feita uma operação de caráter nacional para coibir esse tipo de crime. A entidade acrescenta que as ações terão continuidade, e que elas decorrem do “Convênio Tentáculos”, um acordo de cooperação técnica assinado em 2017 pelas duas instituições, visando o combate a fraudes bancárias eletrônicas.

Crimes

“Entre as ações criminosas que serão punidas com a lei estão as fraudes através de transações digitais, além de golpes, como o da clonagem do WhatsApp, do falso funcionário de banco (quando o fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário de uma instituição financeira), e os golpes de phishing (quando criminosos tentam obter dados pessoais do usuário através de mensagens e e-mails falsos que o induzem a clicar em links suspeitos)”, explicou a federação.

A legislação brasileira prevê punições para casos de fraudes e golpes cometidos em meios eletrônicos, com penas agravadas para situações como invasão de dispositivo, furto qualificado e estelionato praticados em meio digital, “além de crimes cometidos com o uso de informação fornecida por alguém induzido ao erro pelas redes sociais, contatos telefônicos, mensagem ou e-mail fraudulento”, finalizou, em nota, a Febraban.

Segundo a Polícia Federal, as fraudes bancárias eletrônicas investigadas somam R$ 18,2 milhões. Ao todo, 43 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

“Nos últimos anos, a Polícia Federal detectou um aumento considerável da participação consciente de pessoas físicas em esquemas criminosos, para os quais emprestam suas contas bancárias, mediante pagamento. Este lucro fácil, com a cessão das contas para receber transações fraudulentas, possibilita a ocorrência de fraudes bancárias eletrônicas que vitimam inúmeros cidadãos”, explicou a PF.

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