Polícia Federal

Polícia Federal investiga grupo de extermínio com atuação em Goiás

Brasília/DF- A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (18/12), a operação Circo da Morte que visa investigar a atuação de um grupo de policiais militares que teriam praticado homicídios forjando a existência de confrontos policiais que justificassem a ação.

O Ministério Público e a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Goiás participam das ações.

Aproximadamente 58 policiais federais estão cumprindo 8 mandados de busca e apreensão e 5 mandados de prisão temporária, no município de Caldas Novas/GO. A Corregedoria da PM/GO também destacou 10 policiais militares para acompanharem a operação.

As investigações  duraram aproximadamente um ano e apontam a participação de 5 policias militares, inclusive de oficiais, em um grupo de extermínio no Estado de Goiás.

Os envolvidos poderão  responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, constituição de milícia privada, fraude processual e corrupção passiva.

O nome faz alusão ao mágico de circo que faz ilusões parecem verdade como homicídios que teriam a aparência de atos heroicos.

Serviço de Comunicação Social

Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal

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Destaque

PF e Febraban deflagram ação contra quem cede contas para golpistas

Com a ajuda da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Polícia Federal deflagrou hoje (2), em 13 estados e no Distrito Federal, a operação Não Seja um Laranja!

A finalidade é apreender bens de pessoas que cederam contas pessoais para receber recursos desviados de golpes e fraudes contra clientes bancários.

Segundo a Febraban, é a primeira vez que é feita uma operação de caráter nacional para coibir esse tipo de crime. A entidade acrescenta que as ações terão continuidade, e que elas decorrem do “Convênio Tentáculos”, um acordo de cooperação técnica assinado em 2017 pelas duas instituições, visando o combate a fraudes bancárias eletrônicas.

Crimes

“Entre as ações criminosas que serão punidas com a lei estão as fraudes através de transações digitais, além de golpes, como o da clonagem do WhatsApp, do falso funcionário de banco (quando o fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário de uma instituição financeira), e os golpes de phishing (quando criminosos tentam obter dados pessoais do usuário através de mensagens e e-mails falsos que o induzem a clicar em links suspeitos)”, explicou a federação.

A legislação brasileira prevê punições para casos de fraudes e golpes cometidos em meios eletrônicos, com penas agravadas para situações como invasão de dispositivo, furto qualificado e estelionato praticados em meio digital, “além de crimes cometidos com o uso de informação fornecida por alguém induzido ao erro pelas redes sociais, contatos telefônicos, mensagem ou e-mail fraudulento”, finalizou, em nota, a Febraban.

Segundo a Polícia Federal, as fraudes bancárias eletrônicas investigadas somam R$ 18,2 milhões. Ao todo, 43 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

“Nos últimos anos, a Polícia Federal detectou um aumento considerável da participação consciente de pessoas físicas em esquemas criminosos, para os quais emprestam suas contas bancárias, mediante pagamento. Este lucro fácil, com a cessão das contas para receber transações fraudulentas, possibilita a ocorrência de fraudes bancárias eletrônicas que vitimam inúmeros cidadãos”, explicou a PF.

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