Polícia Federal

Polícia Federal operação para combater tráfico de drogas em Minas Gerais

Belo Horizonte/MG – Na manhã de hoje, 18/12, a Polícia Federal, com o apoio da Policia Militar, deflagrou a Operação “Minério Branco”, visando a combater o crime de tráfico de drogas praticado por organização criminosa nas cidades mineiras de Itabirito e região.

Estão sendo cumpridos sete mandados judiciais de prisão preventiva e sete mandados judiciais de busca e apreensão nas cidades mineiras de Itabirito, Ouro Branco, Barão de Cocais, João Monlevade e Belo Horizonte.

 

No curso das investigações, alguns dos envolvidos foram presos em flagrante delito, portando drogas variadas. Foram identificados, também, dois laboratórios clandestinos localizados em propriedades rurais. Nesses locais havia grande quantidade de insumos químicos em pó de cor branca – incluindo dipirona, polvilho e bicarbonato de sódio –; vasilhames de éter e acetona; liquidificadores industriais; balança de precisão; embalagens plásticas; fitas adesivas; equipamentos para medição de “ph”; valores em dinheiro; e armas de fogo em situação irregular. O conjunto de materiais encontrado levantou fortes indícios de se tratar de lugares voltados para a manipulação e a adulteração de cocaína.

A maioria dos investigados que estão sendo presos são membros do grupo que teria se dedicado à distribuição de drogas de maneira assemelhada a um delivery convencional, recebendo pedidos de drogas e acertando a entrega em lugares previamente combinados, ou, ainda, vendendo nos ambientes que costumavam frequentar.

Aos indiciados é imputada a prática dos crimes de tráfico de drogas e de organização criminosa, cujas penas máximas podem chegar a 15 e 10 anos de reclusão respectivamente.

Comunicação Social – PF/MG

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PF e Febraban deflagram ação contra quem cede contas para golpistas

Com a ajuda da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Polícia Federal deflagrou hoje (2), em 13 estados e no Distrito Federal, a operação Não Seja um Laranja!

A finalidade é apreender bens de pessoas que cederam contas pessoais para receber recursos desviados de golpes e fraudes contra clientes bancários.

Segundo a Febraban, é a primeira vez que é feita uma operação de caráter nacional para coibir esse tipo de crime. A entidade acrescenta que as ações terão continuidade, e que elas decorrem do “Convênio Tentáculos”, um acordo de cooperação técnica assinado em 2017 pelas duas instituições, visando o combate a fraudes bancárias eletrônicas.

Crimes

“Entre as ações criminosas que serão punidas com a lei estão as fraudes através de transações digitais, além de golpes, como o da clonagem do WhatsApp, do falso funcionário de banco (quando o fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário de uma instituição financeira), e os golpes de phishing (quando criminosos tentam obter dados pessoais do usuário através de mensagens e e-mails falsos que o induzem a clicar em links suspeitos)”, explicou a federação.

A legislação brasileira prevê punições para casos de fraudes e golpes cometidos em meios eletrônicos, com penas agravadas para situações como invasão de dispositivo, furto qualificado e estelionato praticados em meio digital, “além de crimes cometidos com o uso de informação fornecida por alguém induzido ao erro pelas redes sociais, contatos telefônicos, mensagem ou e-mail fraudulento”, finalizou, em nota, a Febraban.

Segundo a Polícia Federal, as fraudes bancárias eletrônicas investigadas somam R$ 18,2 milhões. Ao todo, 43 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

“Nos últimos anos, a Polícia Federal detectou um aumento considerável da participação consciente de pessoas físicas em esquemas criminosos, para os quais emprestam suas contas bancárias, mediante pagamento. Este lucro fácil, com a cessão das contas para receber transações fraudulentas, possibilita a ocorrência de fraudes bancárias eletrônicas que vitimam inúmeros cidadãos”, explicou a PF.

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