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Projeto que incentiva a pratica de futebol feminino é aprovado na ALMT


Foto: Marcos Lopes

Mesmo que o futebol feminino brasileiro e suas jogadoras sejam destaque internacional, o esporte ainda é pouco reconhecido no país. Entre os principais problemas está a falta de divulgação e o baixo investimento. Prova disso é que em Mato Grosso, de acordo com a Federação Mato-grossense de Futebol (FMF), estão em atividade participando do Campeonato Mato-grossense de Futebol Feminino, edição 2021, quatro times femininos: Ação, Cáceres, Cuiabá e Mixto.

A boa notícia é que essa realidade pode mudar nos próximos anos. Na última sessão plenária desta quarta-feira (13) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Projeto de Lei n° 665/19 que estabelece a criação do Programa de Incentivo à Prática de Futebol Feminino no Estado, de autoria do deputado estadual Paulo Araújo (Progressistas), foi aprovado em segunda votação.

O projeto, que agora segue para sanção do governador Mauro Mendes (DEM), prevê a promoção de torneios, campeonatos e eventos, bem como na destinação de espaços voltados a pratica de futebol feminino. O programa deverá ser desenvolvido na rede estadual de ensino. De acordo com o paragrafo único da propositura entende-se por futebol as diversas formas de pratica desse esporte tais como: futebol de campo, futsal, society e futebol de areia.

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Paulo Araújo explica que o objetivo é garantir tratamento igualitário entre homens e mulheres. “É preciso investimento no esporte feminino. Do mesmo jeito que tem para os homens, deve ter para as mulheres”, defendeu.

O parlamentar afirma ainda que as mulheres têm de enfrentar cruel preconceito acerca de sua feminilidade, além da absoluta falta de incentivo. “É necessário criar politicas publicas para garantir o espaço das mulheres no futebol e ajudar o esporte a crescer no Estado de Mato Grosso. Aguardamos agora a sanção do governo do Estado, caso seja sancionado, vamos fazer de tudo para que essa lei funcione na prática”, concluiu.

Fonte: ALMT

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Projeto de lei institui a “hora do colinho” na saúde pública mato-grossense


O tempo de “colo” mostra melhoria de indicadores como tempo de sono e ganho de peso

Foto: Ronaldo Mazza / Secretaria de Comunicação Social

Dr. Gimenez explica que o mesmo projeto foi implantado com sucesso no estado da Paraíba

Foto: MARCOS LOPES / ALMT

O Projeto de Lei nº 990/2021, de autoria do deputado estadual Dr. Gimenez (PV), institui a “hora do colinho” na rede de saúde pública de Mato Grosso. O objetivo é oferecer acolhimento afetivo a bebês recém-nascidos órfãos ou que por algum motivo estejam privados da presença materna durante a hospitalização.  

Conforme o parlamentar, o projeto será implementado por meio do Protocolo Operacional Padrão (POP), oferecido pela equipe multiprofissional competente. Poderão participar profissionais treinados pelas unidades hospitalares cadastrados ao projeto.  

“Após tantos anos trabalhando com crianças, posso dizer que, sem sombra de dúvida, o amor cura, pois a resposta do bebê será muito positiva ao tratamento depois desse momento de relaxamento proporcionado pela equipe de profissionais. A humanização ajuda a diminuir o estresse e reduz as sensações de eventuais dores”.  

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A orientação é que o governo estadual faça convênio com os municípios para a efetivação do POP, ampliando a abrangência para a rede municipal de saúde. Além de capacitação, essas unidades poderão criar uma sala específica, tecnicamente preparada e apta com ambiente silencioso, acolhedor e conforto para a recepção dos bebês recém-nascidos órfãos.

Os estabelecimentos de saúde que adotarem o projeto “hora do colinho” estarão autorizados a firmar convênios público-privados locais, nacionais ou internacionais de capacitação, treinamento, divulgação, publicidade e cooperação técnica pertinente ao uso do Protocolo.

Dr. Gimenez explica que Mato Grosso seria um dos pioneiros na implantação da proposta que vem sendo estudada pelo Ministério da Saúde para uso via Sistema Único de Saúde (SUS). “Muitas crianças ficaram órfãs durante a pandemia, o que nos sensibilizou muito e então veio a ideia de criar o projeto, afinal, a mão que cuida também é o colo que acalenta”.

Ele explica que o tempo de colo deve ser ajustado de acordo com a demanda do bebê. A técnica aprimora a respiração e promove a expansão da caixa torácica do recém-nascido, auxiliando o funcionamento do intestino e do estômago. 

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“Nós avaliamos os dados preliminares da Maternidade Frei Damião, na Paraíba, onde esse projeto já foi implementado com muito sucesso e é realmente animador observar que de fato o tempo de “colo” mostra melhoria de indicadores como tempo de sono e ganho de peso, além da redução do refluxo e do tempo de internação”.  

Fonte: ALMT

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