Cuiabá

Semob esclarece desligamento de radares para instalação de semáforos

A Prefeitura de Cuiabá esclarece que o sistema utilizado nos recém-instalados semáforos inteligentes não tem nenhuma ligação com o de radares. Por questões técnicas os aparelhos de fiscalização foram desligados durante o trabalho de implantação dos semáforos.

O contrato para aquisição e implantação de sistema inteligente de temporização e controle remoto no trânsito de Cuiabá, passa por auditoria do Tribunal de Contas de Estado (TCE). O procedimento é realizado pela Secretaria de Controle Externo (Secex) de Administração Municipal do órgão.

De acordo com o titular da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), Antenor Figueiredo, durante este período não houve pagamento à empresa responsável pela execução. Ele reforça que os sistemas possuem contratos distintos e que há informações equivocadas acerca das duas situações.

“Alguns radares foram desligados por uma razão técnica, do setor de engenharia. Como não houve pagamento, o erário não sofreu nenhum prejuízo. Nós contestaremos os achados levantados pelo TCE e vamos responder com toda transparência a todos eles, conforme prevê a legislação”, diz o secretário.

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Antenor destaca que os apontamentos feitos pelo TCE não dizem respeito à conduta da Prefeitura, mas sim à forma de contratação dos dois sistemas.

Os semáforos

A Prefeitura de Cuiabá iniciou a instalação dos semáforos inteligentes nas principais avenidas da Capital em fevereiro de 2018.  O sistema semafórico é autossuficiente no monitoramento do fluxo de veículos. Aliado ao funcionamento dos equipamentos, um centro de controle do trânsito será instalado, acompanhando a trafegabilidade nas faixas por meio de câmeras.

“Vale ressaltar que elas não possuem nenhum propósito punitivo e não serão usadas para sinalizar infrações de trânsito. Seu objetivo é supervisionar gargalos e operar de maneira inteligente na sua desobstrução. Sem qualquer necessidade intervenção humana, teremos uma aparelhagem de altíssima tecnologia, que reflete positivamente na rotina do cidadão.

 

 

 

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Cuiabá

Quem pode e como doar leite materno? Pediatra esclarece principais dúvidas

Incentivar a amamentação é o principal objetivo da campanha “Agosto Dourado”, realizada durante todo este mês de agosto, escolhido mundialmente para reforçar a promoção da amamentação e conscientizar as mães sobre a importância dessa prática.

Melhor alimento nos primeiros meses de vida, o leite materno possui inúmeros nutrientes que auxiliam no crescimento saudável dos bebês. Mesmo sabendo da importância da amamentação, muitas mulheres ainda têm dúvidas sobre como doar, por exemplo, e precisam de apoio e orientação.

A médica pediatra e neonatologista Fernannda Pigatto Vilela, diretora-técnica do Hospital e Maternidade Femina, em Cuiabá, esclarece as principais dúvidas relacionadas à amamentação.

O hospital é referência em atendimento materno e infantil e oferece um posto de coleta de leite para as mães que pretendem doar. A unidade ainda mantém o projeto “Cegonhas do Bem”, que auxilia as mães a amamentarem seus filhos.

Quem pode e como doar leite materno?
Toda mulher saudável, que não está tomando medicamentos incompatíveis com a amamentação, pode doar. Entretanto, é preciso apresentar exames atualizados do pré-natal (hemograma completo, HIV, HBSAG – Hepatite B, Sifílis), com validade de até seis meses. A retirada do leite pode ser feita em casa e depois a mulher pode fazer a doação em um banco de leite. Antes de retirar o leite, a mulher deve seguir algumas recomendações. Preparar o frasco, que deve ser obrigatoriamente fornecido pelo banco de leite ou frasco de vidro com tampa plástica, devidamente higienizada. Fazer a higiene pessoal, lavar as mãos com água e sabão e as mamas somente com água. Ao iniciar a retirada, a mulher deve estar em um local tranquilo, sentar-se em local confortável.

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Onde guardar o leite materno?
O leite recolhido deve ser mantido no freezer ou no congelador da geladeira por no máximo 10 dias.

É possível amamentar um recém-nascido internado na UTI Neonatal?
Sim. O leite materno traz inúmeros benefícios e sempre será a melhor escolha para o recém-nascido, pois oferece proteção imunológica. Mesmo ele não conseguindo sugar, o leite da mãe é fornecido por sonda.

O que é colostro? Para que serve? Pode ser doado?
Colostro é o primeiro leite produzido pela mulher para amamentar o bebê e dura entre 3 a 5 dias, portanto, dificilmente ocorre quantidade suficiente para doação (mínimo 100 ml para pasteurizar). Nutritivo e calórico, o colostro estimula o sistema imune do bebê, garantindo anticorpos que previnem o desenvolvimento de doenças como alergia ou diarreia, por exemplo, além de diminuir o risco de morbidade e mortalidade infantil.

Mães portadoras de HIV ou infectadas pela Covid-19 podem doar?
A mãe infectada por Covid-19 deve se paramentar para amamentar seu filho, porém, não é possível realizar a doação do leite. As portadoras de HIV também não podem doar.

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Como doar ao banco de leite do Hospital e Maternidade Femina, em Cuiabá? Quais os horários e informações de atendimento?
O Hospital e Maternidade Femina possui um posto de coleta de leite humano (PCLH) credenciado ao BLH do Hospital Júlio Muller, a fim de realizar coletas seguras, oferecendo qualidade sanitária ao paciente. O horário de atendimento do posto de coleta de leite humano do Hospital e Maternidade Femina funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30 e, das 13h30 às 17h30. Aos sábados, das 8h às 11h. Após esse horário, serão atendidas somente as mães que estejam com seus filhos internados na UTI Neo. Doadoras devem se dirigir primeiramente à recepção do hospital para prévio atendimento.

Informações: recepção 21289000 (PABX), 21289199 (Lactário), 21289064 (Nutrição)

Sobre a Femina
O Hospital e Maternidade Femina atua há 43 anos em Cuiabá, nas áreas de Pediatria, Obstetrícia, Clínica-Geral e pronto atendimento com plantão 24 horas. Também conta com estrutura laboratorial de análises clínicas, no caso de exames solicitados durante os pronto-atendimentos. Ainda fazem parte de sua estrutura UTI adulta, UTI Neonatal e UTI pediátrica.

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